31 de julho de 2025
ELEIÇÕES 2026

Deputado Lindberg Farias entra com representação contra ex-ministro do Turismo Gilson Machado Neto e o senador Flávio Bolsonaro, por propaganda eleitoral antecipada

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Por Política Real com redes sociais
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Imagem de Gilson Machado divulgando um suposto adesivo de campanha Foto: imagem de streaming

(Brasília-DF, 18/02/2026) O deputado Lindberg Farias(PT-RJ), que esteve à frente da Liderança do Partido dos Trabalhadores, na Câmara, em 2025, e fez embates com os oposicionistas e membros do próprio Centrão, anunciou nas redes sociais nesta quarta-feira de Cinzas, 18, que acionou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE)  o ex-ministro do Turismo Gilson Machado Neto e o senador Flávio Bolsonaro, por propaganda eleitoral antecipada em favor de uma possível candidatura presidencial em 2026

A medida é uma clara reação dos petistas contra a oposição que anunciou representações contra o presidente Lula por antecipação eleitoral em face da realização do desfile da escola de samba “Acadêmicos de Niterói” realizada na Marques de Sapucaí, no Rio de Janeiro, no último domingo, 15.

Veja a postagem com as informações de Farias:

“Protocolei, nesta quarta-feira (18), representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o ex-ministro do Turismo Gilson Machado Neto e o senador Flávio Bolsonaro, por propaganda eleitoral antecipada em favor de uma possível candidatura presidencial em 2026. A ação pede a concessão de liminar para retirada imediata de conteúdo divulgado nas redes sociais, no qual Gilson aparece afixando adesivos com a frase “O Nordeste está com Flávio Bolsonaro 2026” e declara: “Vou eleger o homem. Nosso presidente”, em manifestação que caracteriza promoção eleitoral fora do período legal.  

A conduta viola o art. 36 da Lei nº 9.504/1997, que proíbe propaganda eleitoral antes de 15 de agosto do ano da eleição, e compromete a igualdade de condições entre os futuros candidatos, princípio protegido pela Constituição Federal. Nossa representação sustenta que o conteúdo reúne elementos típicos de campanha, como identificação nominal do beneficiário, referência direta ao pleito e mensagem explícita de apoio eleitoral, configurando tentativa de antecipar a disputa e influenciar o eleitorado de forma indevida.  

Além da retirada do conteúdo e da aplicação de multa, estamos requerendo que o caso seja encaminhado ao Ministério Público Eleitoral para apuração de eventual abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação. É fundamental que a Justiça Eleitoral atue para garantir o respeito ao calendário eleitoral e preservar a legitimidade das eleições, impedindo que candidaturas sejam promovidas antecipadamente em desacordo com a legislação vigente.

 

( da redação com informações de assessoria e redes sociais. Edição: Política Real)