Senador Plinio Valério, que foi presidente da CPI das ONGs, celebra cortes que Donald Trump deverá impor no financiamento de ONGs que atuam na Amazônia
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( Publicada originalmente às 16h 00 do dia 28/01/2025)
(Brasília-DF, 29/01/2.024) O senador Plínio Valério(PSDB-AM), que foi relator da CPI das ONGs, um crítico notório da participação das entidades na Amazônia, celebrou hoje, 28, decisão do presidente dos Estados Unidos , Donald Trump , de suspender os repasses que vem sendo feitos pela Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID).
Ele destacou que a medida atinge Instituto Socioambiental (ISA) que foi uma das organizações não governamentais investigadas pela CPI das ONGs do Senado Federal, por sua movimentação bilionária de recursos de doações principalmente estrangeiras sem fiscalização.
O Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM) também deverá “ver a fonte secar”. Valério destacou que a imprensa de veículos conservadore, Trump quer parar de financiar “fundações progressistas, corporações, instituições internacionais e ONGs que defendem o fanatismo climático".
Durante a CPI das ONGs, presidida pelo senador Plínio Valério (PSDB-AM), foi encaminhado ao Senado relatório da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) mostrando a forte parceria da agência americana USAID com ONGs ambientalistas “contra os interesses nacionais na Amazônia”.
Em agosto de 2022 a USAID publicou uma notificação de financiamento no âmbito da Parceria para Conservação da Biodiversidade na Amazônia (PCAB). Os recursos, no total de US$ 36 milhões, seriam para fortalecer as iniciativas de conservação da biodiversidade na Amazônia brasileira. Em maio de 2024, por exemplo, a USAID sob a gestão democrata do presidente Joe Biden anunciou um investimento de US$ 17,8 milhões para um projeto de conservação da Amazônia envolvendo organizações brasileiras, dentre elas justamente o Instituto Socioambiental (ISA), o Instituto Sociedade População e Natureza (ISPN) e o Instituto Ouro Verde (IOV).
“Como comprovamos na CPI das ONGs , e confirmado pelo levantamento da Gazeta do Povo, o ISA, mais radicalmente ideológico desses três institutos, promoveu intensa campanha contra as políticas para o meio ambiente e desenvolvimento da Amazônia no governo Bolsonaro, mas tem feito vista grossa em relação à gestão de Marina Silva, atual ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, que tem números piores em relação a queimadas e outros indicadores de proteção da nossa população vulnerável. Os incêndios explodiram , a BR 319 não deixam recuperar e os amazônidas amargam o abandono durante as secas sazonais. O que essas ONGs fazem com tanto dinheiro, que é doado pelos brasileiros e americanos? A decisão de Trump veio tarde ”, comentou Plínio Valério.
( da redação com informações e textos de assessoria. Edição: Política Real)