CELULAR FORA DA ESCOLA: Lula disse que tinha orgulho em sancionar a lei que limitou os celulares nas escolas, que era um reconhecimento aos que cuidam da educação e parabenizou a coragem dos congressistas
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( Publicada originalmente às 17h 20 do dia 13/01/2025)
(Brasília-DF, 14/01/2025). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez a sanção nesta segunda-feira, 13 de janeiro, o Projeto de Lei nº 4.932/2024, que restringe a utilização, por estudantes, de aparelhos eletrônicos portáteis, como celulares, nos estabelecimentos públicos e privados de educação básica durante as aulas, recreios e intervalos. Ele esteve ao lado de deputados membros da comissão de Educação da Câmara dos Deputados, e senadores da Comissão de Educação do Senado, líder do Governo na Câmara e ministros.
Lula disse que é um ato de reconhecimento de todos que trabalham pela educação assim como afirmou que era um ato de coragem dos congressistas e que tinha orgulho de sancionar a lei que vai atender as crianças e jovens.
“Essa sanção que eu vou fazer significa o reconhecimento do trabalho de todas as pessoas sérias que cuidam da educação, de todas as pessoas que querem cuidar das crianças e dos adolescentes deste país. Isso aqui foi um ato de coragem, de cidadania e um ato de respeito ao futuro deste país. Portanto, é com muito orgulho que eu vou sancionar a lei”, ressaltou o presidente, durante a cerimônia.
Lula parabenizou a aprovação do projeto pelo Congresso. Ele lembrou que alguns países já fizeram o mesmo e os resultados foram positivos. “O que vocês fizeram nesse ato de coragem foi falar o seguinte: nós vamos cuidar das nossas crianças, vamos evitar mutilamento, que as crianças possam voltar a brincar, possam voltar a interagir entre si, e eu acho que isso é muito importante”, disse.
A nova legislação permite exceções apenas para fins pedagógicos ou didáticos, desde que acompanhadas por professores, ou para estudantes que necessitem de acessibilidade. O objetivo é garantir que os dispositivos móveis sejam utilizados de forma equilibrada e benéfica para o aprendizado dos estudantes, evitando os riscos associados ao uso indiscriminado.
(da redação com informações de assessoria. Edição: Política Real)