8 DE JANEIRO: Rogério Marinho, líder da oposição no Senado, critica atos no Planalto e diz que “estamos vivendo um momento sombrio, marcado por inquéritos intermináveis e decisões arbitrárias”
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( Publicada originalmente às 07h 49 do dia 08/01/2025)
( reeditado)
(Brasília-DF, 09/01/2025) O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado, divulgou postagem hoje, 08, com direito a vídeo editado com eventos realizados por aliados do PT de Lula, considerados violentos e antidemocráticos, criticou a forma como o Governo Federal destaca os dois anos dos atos de 8 de Janeiro de 2023.
Ele diz que os atuais titulares do poder comandam um “democracia realtiva”.
“A democracia, sob a tutela daqueles que detêm o poder momentaneamente, tornou-se relativa nas mãos de um governo que abraça ditadores e normaliza a corrupção.
Estamos vivendo um momento sombrio, marcado por inquéritos intermináveis e decisões arbitrárias que minam a confiança nas instituições. “, disse.
Veja a íntegra da nota:
NOTA
Quando sindicalistas e movimentos alinhados ao PT incendiaram ministérios, vandalizaram prédios públicos, feriram pessoas na Praça dos Três Poderes e provocaram até uma morte, essas ações foram minimizadas. Nenhum desses atos foi tratado como uma ameaça à democracia. Atualmente, quem discorda do governo ou questiona os abusos do Judiciário enfrenta prisão, perseguição e silenciamento, com a aplicação da lei de forma seletiva. A democracia, sob a tutela daqueles que detêm o poder momentaneamente, tornou-se relativa nas mãos de um governo que abraça ditadores e normaliza a corrupção.
Estamos vivendo um momento sombrio, marcado por inquéritos intermináveis e decisões arbitrárias que minam a confiança nas instituições.
É hora de defender a liberdade, exigir igualdade perante a lei e resistir aos excessos de quem deveria proteger a democracia. O Brasil necessita de pacificação e da restauração da normalidade democrática, o que só será possível com uma justiça isenta e igual para todos.
( da redação com informações de assessoria e redes sociais. Edição: Política Real)