31 de julho de 2025
Mundo e Poder

Brasil e Estados Unidos ainda não tem acordo claro sobre a taxação dos bilionários, mas Fernando Haddad e Janet Yellen assinam acordo Parceria pelo Clima

veja mais

Publicado em
43457402f603c8b256b2e8f2d58143df.jpeg

( reeditado)

(Brasília-DF, 26/07/2024) O Brasil e os Estados não chegaram a acordo sobre a efetiva taxação sobre os super ricos, os bilionários, mas foi anunciado acordo sobre o clima.

Nesta sexta-feira, 26, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e a secretária do Tesouro dos EUA, Janet Yellen, assinaram documento estabelecendo uma Parceria pelo Clima, durante a reunião de Ministros de Finanças e Presidentes de Bancos Centrais do G20, no Rio de Janeiro (RJ).

A assinatura acontece dias depois de um encontro bilateral entre Haddad e Yellen, na mesma cidade.

“Estados Unidos e Brasil nunca foram países distantes. Mantêm princípios e valores comuns. O que nós decidimos de comum acordo é estreitar os laços e dar visibilidade a essa aproximação. No contexto atual, é um passo essencial para ser o exemplo para a construção de um mundo melhor. Nós escolhemos uma área decisiva”, disse o brasileiro.

“O reconhecimento das graves crises ambiental e climática enfrentadas por todas as nações é parte da motivação de nossa ação conjunta para endereçar a mudança climática e para endossar as oportunidades que tal enfrentamento apresenta para apoiar transições justas e o desenvolvimento econômico”, afirma o documento conjunto.

“Planejamos trabalhar juntos multilateralmente e bilateralmente. Quero agradecer Haddad pela a colaborações atual e as futuras e quero continuar a trabalhar com ele”, complementou Yellen.

O texto também aponta que “a Parceria pelo Clima ajudará a desenvolver políticas e liderará reformas em instituições internacionais em que ambos os países são partes interessadas, de forma que os capitais público e privado sejam mais eficiente e efetivamente empregados para enfrentar os desafios climáticos mais urgentes, incluindo tecnologias para produção de energia limpa, cadeias de valor resilientes, mercados de carbono íntegros e conservação de florestas e da biodiversidade”.

( da redação com informações de assessoria. Edição: Política Real)