31 de julho de 2025
Brasil e Poder

CPI DA PANDEMIA: Depois que Ricardo Barros disse que CPI atinge sua honra, Renan Calheiros diz que sequestro na honra do líder do Governo foi imposto por seu chefe, Jair Bolsonaro

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( Publicada originalmente às 09h 44 do dia 05/07/2021) 

(Brasília-DF, 06/07/2021) O senador Renan Calheiros(MDB-AL) disse que não é a CPI da Pandemia no Senado, onde é relator, que está atingindo a honra do líder do Governo, Ricardo Barros(Progressistas-PR), mas quem lhe impôs tal revés foi o presidente Jair Bolsonaro(sem partido) que o teria acusado de fazer “rolos” no Ministério da Saúde na compra da vacina covaxin.   Calheiros  se manifestou neste sentido em sua conta no Twitter nesta manhã de hoje, 5.

“O Líder do Governo quer impor sua ida a CPI. Diz que teve sua honra sequestrada. Teve sim: por seu Chefe Bolsonaro, que o acusou e até hoje não negou ou defendeu.#CPIdaPandemia  #cpisalvavidas”, disse Calheiros em sua conta no Twitter.

Calheiros, que foi indiciado pela Polícia Federal(PF) na semana passada por supostamente ter recebido R$ 1 milhão da Oderbrecht disse que está sendo persegudo por ser o relator da CPI da Pandemia. O indiciamento não quer dizer que vá ser denunciado pela Procuradoria da República, mas gera desgaste, especialmente no ambiente virtual.

No domingo, 4, o deputado Ricardo Barros(Progressistas-PR) divulgou vídeo defendendo que seja logo ouvido na CPI da Pandemia.  Há informações de que ele vai pedir ao plantão do Supremo Tribunal Federal decida uma liminar em Mandado de Segurança em que ele pede a Justiça para falar aos senadores do colegiado.

“QUERO SER OUVIDO NA CPI. Fui convidado para ser ouvido no dia 8/07 e confirmei. Foi desmarcado sem justificativa. Recorri ao STF para garantir a minha fala. Vou reafirmar que nada tenho com a Covaxin e responder os questionamentos. A CPI não pode sequestrar a minha honra.”, disse o líder Ricardo Barros nesse domingo em sua conta no Twitter. Ele também divulgou vídeo destacando sua preocupação.

( da redação com informações de assessoria e Twitter. Edição: Genésio Araújo Jr)