CASO COVAXIN: Ministério da Saúde, depois da denúncia, anuncia que vai suspender o contrato de compra da vacina Covaxin
Marcelo Queiroga também se manifestou em sua conta no Twitter
( Publicada originalmente às 17h 11 do dia 29/06/2021)
(Brasília-DF, 30/06/2021) O Ministério da Saúde anuncia neste final de tarde, 29, em sua conta no Twitter que atendendo recomendação da Controladoria Geral da União(CGU) vai suspender o contrato de compra da vacina contra o covid-19 indiana Covaxin que se transformou no epicentro da nova crise política nacional que chegou ao Palácio do Alvorada. Na sexta-feira,25, os irmãos Miranda informaram que denunciaram ao Presidente Jair Bolsonaro(sem partido) que estava havendo pressão para o Ministério da Saúde fazer a aquisição da vacina mesmo antes dela ser aceita pela autoridades sanitárias no Brasil.
“#URGENTE | Por recomendação da @CGUonlinemn, o @minsaude decidiu suspender temporariamente o contrato da Covaxin. De acordo com a análise preliminar da CGU, não há irregularidades no contrato, mas, por compliance, a pasta optou por suspender o contrato para análise aprofundada.”, disse inicialmente o perfil do MS que foi retuitado pelo ministro Marcelo Queiroga.
No fio de tuítes, o MS destaca que não foi pago nada pelo imunizante, apesar do empenho, que é uma garantia de pagamento no orçamento, e que a suspensão não vai prejudicar o cronograma de vacinação.
“Vale ressaltar que o Governo Federal não pagou nenhum centavo pela vacina Covaxin. A medida não compromete o ritmo da vacinação contra Covid-19 no Brasil, já que não há aprovação da Anvisa para uso emergencial nem definitivo do imunizante.”, diz mais.
O MS finaliza dizendo que já foram distribuídas mais de 130 milhões de doses de vacina contra o covid-19.
“Até o momento, o Governo Federal já distribuiu cerca de 130 milhões de doses de vacinas às unidades da Federação e o país está prestes a completar 100 milhões de doses aplicadas.”, disse.
( da redação com informações de redes sociais. Edição: Genésio Araújo Jr)