COMENTARIO DO DIA: E o fator violência!?
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( Publicada originalmente às 08h 36 do dia 14/06/2021)
(Brasília-DF, 15/06/2021) A Capital Federal começou nublada. Coisa rara, mas acontece em junho, sim!
A Câmara dos Deputados anuncia compromissos nas comissões permanentes. No Senado, haverá menos trabalho, mas haverá destaque para a comissão do covid-19.
O Presidente Jair Bolsonaro anuncia pouco compromissos, mas para quem conhece o serpentário que é o Palácio do Planalto chama atenção que ele receberá o ministro da Economia, Paulo Guedes, e logo em seguida um encontro com o ministro Rogério Marinho, do Desenvolvumento Regional.
Começa a segunda quinzena do ano, o fim do semestre está à beira, mas o começo do segundo semestre poderá começar com um fluxo melhor da vacinação contra o covid-19. Mas e o fator violência, heim?!
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COMENTÁRIO
Tivemos um final de semana e tanto! Dia dos namorados, manifestação com passeio de moto em São Paulo em apoio ao Presidente Bolsonaro e Copa América no Brasil!
A realização de um passeio de moto organizado por diversos clubes de moto e tiro do interior de São Paulo e estados vizinhos colocou, no barato, 12 mil motos circulando pouco mais de 100 km nas estradas paulistanas. Bolsonaro, daquele jeito, se comparou a Cristo, falou contra vacinas, máscaras e a favor da cloroquina. Seus apoiadores adoraram e ele ainda disse que é patriota.
Eis que no domingo cedo, o General Santos Cruz, que não tem nada de general melancia, aquele que é verde por fora e vermelho por dentro disse que a “mentalidade anarquista do presidente age para destruir e desmoralizar as instituições, e banalizar o desrespeito pessoal, funcional e institucional. Junto com seguidores extremistas, alimenta um fanatismo que certamente terminará em violência.”
Isso é preocupante, pois vem de alguém que conhece Bolsonaro há 40 anos, não é general da banda, nem advoga o retorno do petismo.
O fator violência como consequência da intensa disputa política nacional há muito é sugerida e posta de forma transversal, como um sujejto oculto, porém é a primeira vez que alguém que entende disso por ofício a coloca com todos o “rs”e “ss” do bom é velho português.
Foi Genésio Araújo Jr, de Brasilia
( da redação)