DEFESA: Bolsonaro defende que Ministério da Defesa tem que ser comandado pelo militares; num recado aos que afirmam que ele manipula as Forças Armadas diz quie trabalha nas “quatro linhas” da Constituição
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( Publicada originalmente às 14h 10 do dia 10/06/2021)
(Brasília-DF, 11/06/2021) Nesta quinta-feira,10, foi realizada cerimônica presencial por conta da comemoração aos 22 anos do Ministério da Defesa oportunidade em que houve a entrega de medalhas da Ordem do Mérito da Defesa a ministros, parlamentares e outras autoridades. O presidente Jair Bolsonaro( sem partido) defendeu que o comado da pasta seja de militares e criticou as escolhas do passado. O Ministério da Defesa quando foi criado uniu as três pastas militares( Exército, Marinha e Aeronáutica) que surgiu sendo conduzido na maioria deste tempo por civis. Bolsonaro, em recado aos que afirmarm que ele usas as Froças Armadas contra as instituições disse que o governo “joga dentro das quatro linhas” da Constituição Federal.
“Temos um governo que joga estritamente dentro das quatro linhas da nossa Constituição. Isso é sinal de paz, harmonia e progresso para todos”, disse.
Bolsonaro, em sua fala, lembrou a concepção da pasta, em 1999, com a aprovação de uma proposta de emenda à Constituição. Segundo Bolsonaro, que disse ter votado contra a criação do Ministério da Defesa, a iniciativa se deu muito mais por imposição política do que por "necessidade militar”.
“Ela veio muito mais por uma imposição política do que uma necessidade militar, mas, mesmo assim, ela foi aprovada sem muita discussão”, afirmou.
Bolsonaro disse a presença de civis no comando da pasta, fez as filiações político-partidárias ocuparem o ministério da Defesa. Ele lembru que os militares voltaram a comandar a pasta no Governo Temer. A pasta foi comandada pelo general Silva e Luna.
“E, realmente, esse amadurecimento começou a se acelerar. Chegou o nosso governo, coloquei o general Fernando Azevedo e, agora, o general Braga Netto à frente da Defesa”, disse.
Braga Netto
O general Braga Netto, ministro da Defesa, disse que o ministério presenciou alterações no cenário internacional e no “entorno estratégico” do país.
“A defesa da nação exige o estabelecimento de políticas, estratégias, projetos, planos e ações alinhadas e integradas que permitam garantir a presença e a dissuasão para se contrapor à cobiça externa”, discursou.
Braga Netto disse ainda que a pandemia de covid-19 exige união de esforços, e não “cizânias”.
“A Defesa e as Forças Armadas estão coesas e disciplinadas na preservação dos mais caros valores nacionais, no propósito de atuarem como vetores de estabilidade institucional, para garantir a soberania e a manutenção da paz e da liberdade da população brasileira”, disse o ministro.
Também estiveram presentes na cerimônia os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), além de ministros de Estado, que foram condecorados.
Agradecimento
O presidente do Senado e do Congresso, senador Rodrigo Pacheco(CEM-MG) agradeu em postagem no Twitter ter sido condecorado no evento.
“Tive a honra de ser condecorado com a Ordem do Mérito da Defesa (Grã-Cruz). Essa honraria, que recebi do presidente Bolsonaro e do ministro Walter Braga, é concedida àqueles que prestaram relevantes serviços ao Ministério da Defesa, às Forças Armadas e ao Brasil”, disse.
( da redação com informações de assessoria. Edição: Genésio Araújo Jr)