Nordeste e Investimentos. Banco do Nordeste financia a nova pesca na região, sem redes e compressores.
Seap disponibilizou R$ 15 milhões para repasse a pescadores que realizarem entrega voluntária de equipamentos proibidos.
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(Brasília-DF, 25/10/2007) A Política Real teve acesso. Com o objetivo de coibir o uso de equipamentos predatórios na pesca da lagosta, a Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República (Seap), em parceria com o Exército brasileiro e o Instituto do Meio Ambiente (Ibama), iniciou em todo o Nordeste, no Pará e no Espírito Santo o recolhimento das caçoeiras e dos compressores de ar para a pesca de mergulho, considerados predatórios e proibidos desde o final do ano passado. As caçoeiras são um tipo de rede de nylon de até 5km de comprimento, que é lançada ao mar e que, além das lagostas, captura também tartarugas, corais e peixes, com danos ao meio ambiente e à sustentabilidade da pesca.
O BNB é o agente financeiro responsável pelo repasse do pagamento aos pescadores que fizerem a entrega voluntária desses equipamentos. Eles receberão no ato da entrega um cheque da Seap, em valor equivalente a R$ 1,34 por metro de rede caçoeira multifilamento e até R$ 1 mil por equipamento de mergulho usado na pescaria ilegal. O investimento da Seap é de R$ 15 milhões e os cheques serão pagos em qualquer agência do Banco do Nordeste. No Pará, o BNB fez parceria com o Banco da Amazônia; e no Espírito Santo, com o Banestes, para pagamento dos cheques.
De acordo com a Seap, por ocasião da entrega os equipamentos serão medidos, conferidos, lacrados e entregues à guarda do Exército para a posterior destruição. A Seap também está realizando cursos de alfabetização e formação para os pescadores
O reordenamento da pesca da lagosta foi deflagrado no final do ano passado, visando coibir a pesca predatória e a conseqüente queda na produção, que no último ano foi de menos de 7 mil toneladas. Segundo a Seap, todas as embarcações pesqueiras foram recadastradas e cerca de 3 mil, de um total anterior de mais de 5 mil, foram autorizadas a permanecer na atividade, pescando apenas com o uso de manzuás (espécie de armadilha), considerados menos agressivos ao ambiente marinho e capazes de promover a pesca de lagostas adultas, dentro dos tamanhos mínimos exigidos.
O pescador que desejar trocar a sua caçoeira e receber seu pagamento pode procurar as sedes da Seap nas capitais do Nordeste, até o dia 20 de novembro. Equipes volantes também estão percorrendo diversos locais que constituem os principais centros de pesca de lagosta do País (Veja lista das cidades e datas no site www.presidencia.gov.br/seap). A presença das equipes nas cidades será divulgada também em emissoras de rádio locais.
PROGRAMA PRÓ-LAGOSTA - O Banco do Nordeste já contratou 231 financiamentos, aplicando o total de cerca de R$ 2 milhões, no âmbito do Pró-Lagosta, visando facilitar a adequação dos pescadores às novas normas da Seap. Os recursos destinaram-se ao financiamento de manzuás (armadilhas com isca), considerados mais adequados para a captura de lagosta.
( da redação com informações de assessoria)
O BNB é o agente financeiro responsável pelo repasse do pagamento aos pescadores que fizerem a entrega voluntária desses equipamentos. Eles receberão no ato da entrega um cheque da Seap, em valor equivalente a R$ 1,34 por metro de rede caçoeira multifilamento e até R$ 1 mil por equipamento de mergulho usado na pescaria ilegal. O investimento da Seap é de R$ 15 milhões e os cheques serão pagos em qualquer agência do Banco do Nordeste. No Pará, o BNB fez parceria com o Banco da Amazônia; e no Espírito Santo, com o Banestes, para pagamento dos cheques.
De acordo com a Seap, por ocasião da entrega os equipamentos serão medidos, conferidos, lacrados e entregues à guarda do Exército para a posterior destruição. A Seap também está realizando cursos de alfabetização e formação para os pescadores
O reordenamento da pesca da lagosta foi deflagrado no final do ano passado, visando coibir a pesca predatória e a conseqüente queda na produção, que no último ano foi de menos de 7 mil toneladas. Segundo a Seap, todas as embarcações pesqueiras foram recadastradas e cerca de 3 mil, de um total anterior de mais de 5 mil, foram autorizadas a permanecer na atividade, pescando apenas com o uso de manzuás (espécie de armadilha), considerados menos agressivos ao ambiente marinho e capazes de promover a pesca de lagostas adultas, dentro dos tamanhos mínimos exigidos.
O pescador que desejar trocar a sua caçoeira e receber seu pagamento pode procurar as sedes da Seap nas capitais do Nordeste, até o dia 20 de novembro. Equipes volantes também estão percorrendo diversos locais que constituem os principais centros de pesca de lagosta do País (Veja lista das cidades e datas no site www.presidencia.gov.br/seap). A presença das equipes nas cidades será divulgada também em emissoras de rádio locais.
PROGRAMA PRÓ-LAGOSTA - O Banco do Nordeste já contratou 231 financiamentos, aplicando o total de cerca de R$ 2 milhões, no âmbito do Pró-Lagosta, visando facilitar a adequação dos pescadores às novas normas da Seap. Os recursos destinaram-se ao financiamento de manzuás (armadilhas com isca), considerados mais adequados para a captura de lagosta.
( da redação com informações de assessoria)