Piauí. Deputada repúdia preconceito de juiz contra a mulher
A Poítica Real está atenta.
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( Brasília-Df, 25/10/2007) A Política Real teve acesso. A deputada estadual Flora Izabel (PT) ocupou a tribuna na sessão de hoje ,25, para repercutir o pronunciamento da senadora Idelli Salvatti, que pediu moção de repúdio à decisão do juiz Edílson Rodrigues, da 1a. Vara de Sete Lagoas, Minas Gerais, que se posicionou frontalmente contra à lei Maria da Penha e já concedeu oito sentenças considerando-a inconstitucional.
Flora disse que na próxima segunda-feira vai apresentar requerimento também pedindo moção de repúdio do parlamento piauiense ao juiz mineiro que, não se conformando em considerar a lei Maria de Penha inconstitucional e ter um “conjunto de regras diabólicas”, disse em seu despacho que “a desgraça da humanidade começa com a mulher, desde o tempo de Adão e Eva”.
Para Flora, “não podemos aceitar que a discussão sobre a violência contra a mulher seja considerada apenas como violência doméstica e não crime social”. Além disso, ela cobra que os castigos impostos aos agressores não fiquem restritos ao pagamento de cestas básicas e que passe a garantir a prisão preventiva, como prega a própria lei Maria da Penha.
A deputada petista lembrou da primeira audiência pública que convocou na Assembléia piauiense para a criação do Banco da Mulher. Segundo Flora, o governador Wellington Dias garantiu esta semana que vai colocar o Banco da mulher piauiense em funcionamento, mas de forma diferente dos bancos de Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Salvador. “Nossa mulher vai poder contar com o empréstimo para montar seu negócio e a qualificação profissional para gerenciá-lo”, disse a deputada Flora.
O pronunciamento de Flora recebeu apartes de solidariedade da deputada Lílian Martins (PSB) e dos deputados Paulo Martins (PT), Doutor Pinto (PDT), Tererê (PSDB) e Cícero Magalhães (PT). A deputada Lílian chegou a ler parte da sentença do juiz mineiro.
( da redação com informações de assesoria)
Flora disse que na próxima segunda-feira vai apresentar requerimento também pedindo moção de repúdio do parlamento piauiense ao juiz mineiro que, não se conformando em considerar a lei Maria de Penha inconstitucional e ter um “conjunto de regras diabólicas”, disse em seu despacho que “a desgraça da humanidade começa com a mulher, desde o tempo de Adão e Eva”.
Para Flora, “não podemos aceitar que a discussão sobre a violência contra a mulher seja considerada apenas como violência doméstica e não crime social”. Além disso, ela cobra que os castigos impostos aos agressores não fiquem restritos ao pagamento de cestas básicas e que passe a garantir a prisão preventiva, como prega a própria lei Maria da Penha.
A deputada petista lembrou da primeira audiência pública que convocou na Assembléia piauiense para a criação do Banco da Mulher. Segundo Flora, o governador Wellington Dias garantiu esta semana que vai colocar o Banco da mulher piauiense em funcionamento, mas de forma diferente dos bancos de Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Salvador. “Nossa mulher vai poder contar com o empréstimo para montar seu negócio e a qualificação profissional para gerenciá-lo”, disse a deputada Flora.
O pronunciamento de Flora recebeu apartes de solidariedade da deputada Lílian Martins (PSB) e dos deputados Paulo Martins (PT), Doutor Pinto (PDT), Tererê (PSDB) e Cícero Magalhães (PT). A deputada Lílian chegou a ler parte da sentença do juiz mineiro.
( da redação com informações de assesoria)