Alagoas. Ministério encaminhou recomendações a Teotônio Vilela.
Conselho Superior do Ministério Público defende federalização de crimes políticos e presença da Força Nacional de Segurança Pública no Estado.
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( Brasília-DF, 19/10/2007) A Política Real teve acesso. Em ofício encaminhado ao governador de Alagoas, Teotônio Vilela Filho, publicado no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira, o Conselho Superior do Ministério Público de Alagoas recomendou que, além de buscar o apoio da Polícia Federal para apuração dos crimes de caráter político, o Executivo estadual também deve solicitar ao Governo Federal o envio de integrantes da Força Nacional de Segurança Pública para garantir o reforço no combate à criminalidade.
De acordo com o procurador-geral de Justiça de Alagoas, Coaracy Fonseca, que também preside o Conselho Superior do MP, durante a reunião ordinária do Conselho, na última quarta-feira, a situação atual da Segurança Pública em Alagoas foi amplamente discutida. “Após criteriosa análise da matéria, os conselheiros Dilmar Camerino, Walber Valente, Artran Monte, Eduardo Malheiros e Geraldo Magela Pirauá, sob nossa presidência, decidiram hipotecar total e irrestrito apoio à tese defendida por várias entidades da sociedade civil organizada, no sentido de solicitar ao Ministério da Justiça a participação efetiva da Polícia Federal na apuração dos crimes reputados de caráter político”, informou Fonseca, na correspondência ao governador.
Segundo ele, a presença da Força de Segurança Nacional se justifica em função da greve dos policiais civis, iniciada há quase três meses. “O nosso Conselho Superior também sugeriu que o apoio da Força Nacional perdure, até o momento em que for restabelecido o pleno funcionamento do aparelho de segurança do Estado”, enfatizou Fonseca.
( da redação com informações de assessoria)
De acordo com o procurador-geral de Justiça de Alagoas, Coaracy Fonseca, que também preside o Conselho Superior do MP, durante a reunião ordinária do Conselho, na última quarta-feira, a situação atual da Segurança Pública em Alagoas foi amplamente discutida. “Após criteriosa análise da matéria, os conselheiros Dilmar Camerino, Walber Valente, Artran Monte, Eduardo Malheiros e Geraldo Magela Pirauá, sob nossa presidência, decidiram hipotecar total e irrestrito apoio à tese defendida por várias entidades da sociedade civil organizada, no sentido de solicitar ao Ministério da Justiça a participação efetiva da Polícia Federal na apuração dos crimes reputados de caráter político”, informou Fonseca, na correspondência ao governador.
Segundo ele, a presença da Força de Segurança Nacional se justifica em função da greve dos policiais civis, iniciada há quase três meses. “O nosso Conselho Superior também sugeriu que o apoio da Força Nacional perdure, até o momento em que for restabelecido o pleno funcionamento do aparelho de segurança do Estado”, enfatizou Fonseca.
( da redação com informações de assessoria)