Ceará. Fernando César Mesquita toma posse na Casa do Ceará; Cid Gomes promete apoio.
Várias autoridades na Capital da República comparecem à solenidade; Paulo Octávio disse que comunidade cearense é um patrimônio de Brasília.
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( Brasília-DF, 18/10/2007) A Política Real acompanhou. Ontem, 18, o jornalista Fernando César Mesquita tomou posse na presidência da Casa do Ceará, aqui na Capital Federal. O jornalista cearense disse que assumia a casa com a “obrigação de apresentar algo novo”:
- Vou dar continuidade ao trabalho do Jézer( de Oliveira) e fazer mais. As coisas são assim a gente sempre precisa de algo a mais.
Assim, com muita diplomacia, o conhecido jornalista tomou posse na solenidade que se deu no salão de eventos da Casa do Ceará, que fica na 912 Norte. O evento começou às 19 30. A solenidade contou com a presença de governadores e ministros. Além do governador do Ceará, Cid Gomes, estiveram lá o vice-governador Paulo Octávio, do Distrito Federal, e os ministros César Asfor, do STJ, titular da Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça, César Asfor Rocha, e os titulares do Tribunal de Contas da União, Ubiratan Aguiar e Valmir Campelo. A comunidade ceanrense, em Brasília, é tradicional e é formada por várias pessoas que são verdadeiras personalidades da cidade.
O governador Paulo Octávio, que falou logo após o discurso de despedida do jornalista e sevidor público José Jezer de Oliveira – que destacou seu precurso à frente da casa ao longo de quase 10 anos, onde enalteceu os fundadores da Casa que já tem 44 anos – disse que reconhecia na comunidade cearense um verdadeiro patrimônio da Capital Federal.
Paulo Octávio disse que no ano passado ficou quase um dia completo na Casa e viu o trabalho social que é feito por lá.
O governador Cid Gomes disse que lembrava da Casa do Ceará desde pequeno, destacou o fato de que a Casa tem a idade dele, 44 anos, e que iria continuar dando apoio, como os outros governadores fizeram:
- Lembro daqui quando ainda pequeno, ao ouvir sobre os trabalho de dona Luiza Távora.
A bancada federal não compareceu, face as muitas votações que se deram, especialmente, na Câmara Federal.
SOCIAL - Em seguida ao empossamento, os convidados foram chamados a ouvir uma apresentação de um típico forró pé-de-serra ao sabor de batidas, ypioca e acepites de carne do sol e queijo de coalho. A cajuína foi oferecida por graçons e gasconetes vestidos de cangaceiros. O ambiente lotou mesmo em dia de jogo do Brasil no Maracanã e seguiu intenso até à beira da meia-noite.
( por Genésio Araújo Junior)
- Vou dar continuidade ao trabalho do Jézer( de Oliveira) e fazer mais. As coisas são assim a gente sempre precisa de algo a mais.
Assim, com muita diplomacia, o conhecido jornalista tomou posse na solenidade que se deu no salão de eventos da Casa do Ceará, que fica na 912 Norte. O evento começou às 19 30. A solenidade contou com a presença de governadores e ministros. Além do governador do Ceará, Cid Gomes, estiveram lá o vice-governador Paulo Octávio, do Distrito Federal, e os ministros César Asfor, do STJ, titular da Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça, César Asfor Rocha, e os titulares do Tribunal de Contas da União, Ubiratan Aguiar e Valmir Campelo. A comunidade ceanrense, em Brasília, é tradicional e é formada por várias pessoas que são verdadeiras personalidades da cidade.
O governador Paulo Octávio, que falou logo após o discurso de despedida do jornalista e sevidor público José Jezer de Oliveira – que destacou seu precurso à frente da casa ao longo de quase 10 anos, onde enalteceu os fundadores da Casa que já tem 44 anos – disse que reconhecia na comunidade cearense um verdadeiro patrimônio da Capital Federal.
Paulo Octávio disse que no ano passado ficou quase um dia completo na Casa e viu o trabalho social que é feito por lá.
O governador Cid Gomes disse que lembrava da Casa do Ceará desde pequeno, destacou o fato de que a Casa tem a idade dele, 44 anos, e que iria continuar dando apoio, como os outros governadores fizeram:
- Lembro daqui quando ainda pequeno, ao ouvir sobre os trabalho de dona Luiza Távora.
A bancada federal não compareceu, face as muitas votações que se deram, especialmente, na Câmara Federal.
SOCIAL - Em seguida ao empossamento, os convidados foram chamados a ouvir uma apresentação de um típico forró pé-de-serra ao sabor de batidas, ypioca e acepites de carne do sol e queijo de coalho. A cajuína foi oferecida por graçons e gasconetes vestidos de cangaceiros. O ambiente lotou mesmo em dia de jogo do Brasil no Maracanã e seguiu intenso até à beira da meia-noite.
( por Genésio Araújo Junior)