Nordeste e Indústria. Armando Monteiro apresenta Programa Educação para a Nova Indústria.
Ele garante que o impacto no Nordeste será maior; Deputados defendem política compensatória nas ações de educação do Sesi e Senai.
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( Brasília-DF, 17/10/2007) A Política Real teve acesso. O deputado Armando Monteiro Neto(PTB-PE) falou hoje na Comissão de Educação e Cultura da Câmara Federal, na condição de presidente nacional da Confederação Nacional da Indústria - do novo projeto da entidade na área de educação e qualificação “Programa Educação para a Nova Indústria”. A iniciativa que pretende fazer um investimento “recorde” de R$ 10,5 bilhões entre 2.007 e 2.010 tem a pretensão que sua própria definição apresenta: preparar a sociedade brasileira para a nova indústria que está se montando no país para atender o Planeta.
Armando Monteiro expôs detalhes sobre o projeto e foi questionado por um grupo grande de parlamentares. O deputado Gastão Vieira(PMDB-MA), cumprindo agenda oficial, não dirigiu os trabalhos – ele que é o presidente da Comissão, porém foi grande a presença de depuitados nordestinos, como o deputado Severiano Alves(PDT-BA) – que acabou por sugerir que a Comissão realize um seminário para avaliar a integração entre educação tradicional e educação de qualificação -, a deputada Fárima Bezerra(PT-RN) e os deputado Ariosto Holanda(PSB-CE), Raimundo Gomes de Matos(PSDB-CE), Waldir Maranhão(PMDB-MA) e Sétimo Waquim(PMDB-MA). O deptuado Albano Franco(PSDB-SE) foi a sessão e destacou sua satisfação com a iniciativa do Sistema S.
Segundo Armando Monteiro, questionado pela agência, o programa deverá ter um impacto maior no Nordeste do Brasil:
- Acreditamos que o Programa, naturalmente, até por conta das tradicionais carências da região, deverá ter um impacto maior.
Ele acredita que a iniciativa, que está em curso, poderá ajudar, “e muito”, a reduzir às desigualdades na região.
O deputado Waldir Maranhão(PMDB-MA) disse a Política Real que o Sistema S deve cumprir sua parcela nas ações compensatórias:
- Acredito que o Sistema S deve ter uma papel, com esse programa, nas ações compensatórias na área de educação. Acho que além dos cefet’s essa iniciativa deve chegar nas universidades estaduais.
O deputado Raimundo Gomes de Matos(PSDB-CE), que é também Presidente da Frente da Assistência Social na Câmara Federal, destacou que este novo papel que a CNI chama para si vai ser fundamental para ajudar o Ceará e o Nordeste neste novo momento da indústria:
- A CNI é proativa nessa iniciativa de se preparar para a Nova Indústria. No Nordeste, esta associação entre a educação tradicional e a de qualificação é necessária e fundamental pois a primeira, nas escolas de ensino médio, não prepara para a segunda. Isto fica evidente na região metropolitana de Fortaleza, pois quando uma indústria se estabelece a maioria do primeiro time é “importado”, pois os que estão lá não são qualificados.
O deputado Albano Franco(PSDB-SE) que não faz da Comissão de Educação foi a sessão e teve facultado o direito a fala, por provocação de Monteiro Neto:
- Este programa vi nascer e acho que é uma iniciativa corajosa, comepente e que trará muito ganhos ao Sistema S e ao país. Na democracia, é necesário que todos, qualificados, tenham as mesmas oportunidades.
A Comissão de Educação foi presidida pela deputada Maria do Rosário(PT-RS) que ao final da exposição convocou os parlamentares para a sessão ordinária para em seguida cancelar a pautra, transferindo o que estava acertado para a semana que vem.
O QUE É – O programa Educação para a Nova Indústria concebido pela CNI implicará investimentos de R$ 10,5 bilhões no período de 2.007-2.010. Os recursos serão aplicados pelo Sesi e pelo Senai. Sua abrangência é nacional, refletindo a visão das Federações de Indústria dos estados e de todos os Departamentos Regionais do Sesi e do Senai. O investimento pretende aprimorar a educação básica, técnica e profissional de nível médio e do ensino superior, a capacitação de docentes e as condições de infra-estrutura do Sesi e Senai. Segundo o Instituto de Estudos par ao Desenvolvimento da Indústria(IEDI), a produtividade do tabalho na indústria brasileira aumentou 16,7% nos últimos cinco anos – e poderia ter avançado mais, caso fosse minimizadas as deficiências de competitividade decorrentes dos baixos níveis educacionais do País, além do elevado custo do crédito , da precariedade dos transportes e da pesada carga tributária.
O programa pretende gerar 16,2 milhões de matrículas das quais 7,1 milhões no Sesi(educação básica e continuada) e 9,1 milhões no Senai( ensino profissional).
( da redação com informações de Genésio Araújo Junior)
Armando Monteiro expôs detalhes sobre o projeto e foi questionado por um grupo grande de parlamentares. O deputado Gastão Vieira(PMDB-MA), cumprindo agenda oficial, não dirigiu os trabalhos – ele que é o presidente da Comissão, porém foi grande a presença de depuitados nordestinos, como o deputado Severiano Alves(PDT-BA) – que acabou por sugerir que a Comissão realize um seminário para avaliar a integração entre educação tradicional e educação de qualificação -, a deputada Fárima Bezerra(PT-RN) e os deputado Ariosto Holanda(PSB-CE), Raimundo Gomes de Matos(PSDB-CE), Waldir Maranhão(PMDB-MA) e Sétimo Waquim(PMDB-MA). O deptuado Albano Franco(PSDB-SE) foi a sessão e destacou sua satisfação com a iniciativa do Sistema S.
Segundo Armando Monteiro, questionado pela agência, o programa deverá ter um impacto maior no Nordeste do Brasil:
- Acreditamos que o Programa, naturalmente, até por conta das tradicionais carências da região, deverá ter um impacto maior.
Ele acredita que a iniciativa, que está em curso, poderá ajudar, “e muito”, a reduzir às desigualdades na região.
O deputado Waldir Maranhão(PMDB-MA) disse a Política Real que o Sistema S deve cumprir sua parcela nas ações compensatórias:
- Acredito que o Sistema S deve ter uma papel, com esse programa, nas ações compensatórias na área de educação. Acho que além dos cefet’s essa iniciativa deve chegar nas universidades estaduais.
O deputado Raimundo Gomes de Matos(PSDB-CE), que é também Presidente da Frente da Assistência Social na Câmara Federal, destacou que este novo papel que a CNI chama para si vai ser fundamental para ajudar o Ceará e o Nordeste neste novo momento da indústria:
- A CNI é proativa nessa iniciativa de se preparar para a Nova Indústria. No Nordeste, esta associação entre a educação tradicional e a de qualificação é necessária e fundamental pois a primeira, nas escolas de ensino médio, não prepara para a segunda. Isto fica evidente na região metropolitana de Fortaleza, pois quando uma indústria se estabelece a maioria do primeiro time é “importado”, pois os que estão lá não são qualificados.
O deputado Albano Franco(PSDB-SE) que não faz da Comissão de Educação foi a sessão e teve facultado o direito a fala, por provocação de Monteiro Neto:
- Este programa vi nascer e acho que é uma iniciativa corajosa, comepente e que trará muito ganhos ao Sistema S e ao país. Na democracia, é necesário que todos, qualificados, tenham as mesmas oportunidades.
A Comissão de Educação foi presidida pela deputada Maria do Rosário(PT-RS) que ao final da exposição convocou os parlamentares para a sessão ordinária para em seguida cancelar a pautra, transferindo o que estava acertado para a semana que vem.
O QUE É – O programa Educação para a Nova Indústria concebido pela CNI implicará investimentos de R$ 10,5 bilhões no período de 2.007-2.010. Os recursos serão aplicados pelo Sesi e pelo Senai. Sua abrangência é nacional, refletindo a visão das Federações de Indústria dos estados e de todos os Departamentos Regionais do Sesi e do Senai. O investimento pretende aprimorar a educação básica, técnica e profissional de nível médio e do ensino superior, a capacitação de docentes e as condições de infra-estrutura do Sesi e Senai. Segundo o Instituto de Estudos par ao Desenvolvimento da Indústria(IEDI), a produtividade do tabalho na indústria brasileira aumentou 16,7% nos últimos cinco anos – e poderia ter avançado mais, caso fosse minimizadas as deficiências de competitividade decorrentes dos baixos níveis educacionais do País, além do elevado custo do crédito , da precariedade dos transportes e da pesada carga tributária.
O programa pretende gerar 16,2 milhões de matrículas das quais 7,1 milhões no Sesi(educação básica e continuada) e 9,1 milhões no Senai( ensino profissional).
( da redação com informações de Genésio Araújo Junior)