Nordeste e a Venezuela. Parlamentares confiam na entrada da Venezuela no Mercosul.
Representantes da Câmara do Comércio defendem entrada do país no bloco.
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(Brasília-DF, 16/10/2007) O presidente da Câmara do Comércio Venezuelana Brasileira, José Francisco Fonseca e alguns empresários estiveram hoje no Congresso em busca de apoio para aprovar a entrada da Venezuela no Mercosul. Eles se reuniram com o presidente da Câmara Arlindo Chinaglia (PT-SP) e do Senado Tião Viana (PT-AC), acompanhados do deputado alagoano Aldo Rebelo (PcdoB-SP) e do relator da matéria Dr. Rosinha (PT-PR). “Foi uma comissão de brasileiros que vieram pedir a autorização do ingresso da Venezuela. Para mim isso é algo representativo”, declarou Dr. Rosinha no final dos encontros.
A matéria que solicita a entrada do país no Mercosul teve sua votação adiada diversas vezes na Comissão de Relações Exteriores da Câmara. “O PSDB alega que precisa de mais informações técnicas para avaliar a questão”, informou o relator. Questionado se a postura da oposição era uma conseqüência de divulgação na imprensa de que Chaves teria criticado o Senado brasileiro o deputado admitiu que o fato teve influencia. “Inicialmente existia esse fator, mas agora creio que eles deixaram de lado a questão ideológica e estão analisando realmente a questão mais técnica”, disse. O deputado alegou que os tucanos já estão em contato como Itamaraty para esclarecer suas dúvidas.
A oposição também tem resistências sobre a entrada da Venezuela por alegar que apostura de Chaves fere os princípios da democracia. “Em nenhum outro país da America Latina houve tantas eleições e plebiscitos como na Venezuela”, contestou Dr. Rosinha. O deputado alega que se o país se comprometer em firmar os acordos do bloco não há restrições na entrada da Venezuela. “O Mercosul é uma integração de povos e não de presidentes”, complementou ainda Aldo Rebelo.
A votação da autorização está marcada para o dia 24 de outubro na Comissão de Relações Exteriores, e os parlamentares estão positivos. “Temos esperança que proposta seja aprovada neste mês”, afirmou Aldo Rebelo. Segundo o deputado, os dois presidente do Congresso demonstraram interesse em dar celeridade no processo e colocar em votação. Se aprovada nas Relações Exteriores a matéria segue para CCJ e depois para plenário da Câmara e em seguida irá ao Senado.
(por Liana Gesteira – e-mail: [email protected])
A matéria que solicita a entrada do país no Mercosul teve sua votação adiada diversas vezes na Comissão de Relações Exteriores da Câmara. “O PSDB alega que precisa de mais informações técnicas para avaliar a questão”, informou o relator. Questionado se a postura da oposição era uma conseqüência de divulgação na imprensa de que Chaves teria criticado o Senado brasileiro o deputado admitiu que o fato teve influencia. “Inicialmente existia esse fator, mas agora creio que eles deixaram de lado a questão ideológica e estão analisando realmente a questão mais técnica”, disse. O deputado alegou que os tucanos já estão em contato como Itamaraty para esclarecer suas dúvidas.
A oposição também tem resistências sobre a entrada da Venezuela por alegar que apostura de Chaves fere os princípios da democracia. “Em nenhum outro país da America Latina houve tantas eleições e plebiscitos como na Venezuela”, contestou Dr. Rosinha. O deputado alega que se o país se comprometer em firmar os acordos do bloco não há restrições na entrada da Venezuela. “O Mercosul é uma integração de povos e não de presidentes”, complementou ainda Aldo Rebelo.
A votação da autorização está marcada para o dia 24 de outubro na Comissão de Relações Exteriores, e os parlamentares estão positivos. “Temos esperança que proposta seja aprovada neste mês”, afirmou Aldo Rebelo. Segundo o deputado, os dois presidente do Congresso demonstraram interesse em dar celeridade no processo e colocar em votação. Se aprovada nas Relações Exteriores a matéria segue para CCJ e depois para plenário da Câmara e em seguida irá ao Senado.
(por Liana Gesteira – e-mail: [email protected])