Nordeste e o Senado. Tião Viana (PT-AC) diz que debate sobre sucessão no Senado é inoportuna.
Vice-presidente José Alencar vai se reunir com líderes, amanhã, para discutir CPMF e emenda.
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(Brasília-DF, 16/10/2007) O presidente interino do senado, Tião Viana, deu entrevista a imprensa nesta manhã e repudiou qualquer possibilidade neste momento de disputa sucessória para o cargo que ocupa. “O debate sobre sucessão é inoportuno. Neste momento temos que pensar na agenda legislativa e não em acirrar os ânimos com disputas”, afirmou. O senador negou qualquer possibilidade de se candidatar ao cargo alegando que a presidência é uma prerrogativa do PMDB e defendeu a pacificação na Casa. “A minha expectativa é apaziguar relações entre governo e oposição”, disse.
Neste momento o presidente interino está com os líderes discutindo a pauta da semana. Para Tião Viana a CPMF e a regulamentação da emenda 29 são os principais pontos da pauta. “A CPMF precisa ser votada, seja qual for o resultado”, disse. O parlamentar assegurou que a relatora da matéria Kátia Abreu (DEM-GO) terá o prazo regimental de 30 dias para avaliar a proposta e admitiu que será uma longa jornada de discussões entre governo e oposição. “A negociação política faz parte do processo”, disse. No Senado as divergências são ainda maiores do que na Câmara. Além da diminuição da alíquota, alguns parlamentares defendem a repartição de recursos com estados e municípios.
Amanhã o vice-presidente José de Alencar virá ao Congresso se reunir com líderes e presidentes das Comissões do Senado para tentar restabelecer diálogo com oposição e agregar forças pela aprovação da CPMF. O ministro José Temporão também virá ao encontro e deverá tratar ainda da regulamentação da emenda 29 que tramita no Senado. “Essa matéria poderá representar um aumento de R$ 10 bilhões no orçamento da Saúde”, afirmou Tião Viana, que é o autor da proposta.
Neste momento o presidente interino está com os líderes discutindo a pauta da semana. Para Tião Viana a CPMF e a regulamentação da emenda 29 são os principais pontos da pauta. “A CPMF precisa ser votada, seja qual for o resultado”, disse. O parlamentar assegurou que a relatora da matéria Kátia Abreu (DEM-GO) terá o prazo regimental de 30 dias para avaliar a proposta e admitiu que será uma longa jornada de discussões entre governo e oposição. “A negociação política faz parte do processo”, disse. No Senado as divergências são ainda maiores do que na Câmara. Além da diminuição da alíquota, alguns parlamentares defendem a repartição de recursos com estados e municípios.
Amanhã o vice-presidente José de Alencar virá ao Congresso se reunir com líderes e presidentes das Comissões do Senado para tentar restabelecer diálogo com oposição e agregar forças pela aprovação da CPMF. O ministro José Temporão também virá ao encontro e deverá tratar ainda da regulamentação da emenda 29 que tramita no Senado. “Essa matéria poderá representar um aumento de R$ 10 bilhões no orçamento da Saúde”, afirmou Tião Viana, que é o autor da proposta.
(por Liana Gesteira)