31 de julho de 2025

Nordeste e Emprego. Folha de pagamento real no Nordeste é um dos destaques no ano.

A Política Real teve acesso.

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( Brasília-DF, 15/10/2007) A Política Real teve acesso. Em agosto, o indicador relativo ao valor da folha de pagamento real dos trabalhadores da indústria ajustado sazonalmente mostrou variação de 0,3% frente ao mês imediatamente anterior, terceiro resultado positivo consecutivo, acumulando, nesse período, expansão de 1,2%. Com isso, o índice de média móvel trimestral avançou 0,4% entre os trimestres encerrados em julho e agosto, acumulando 0,7% de expansão nos últimos três meses.


Nos confrontos com iguais períodos do ano anterior, os resultados permaneceram positivos: 4,7% no índice mensal, que assinala taxa positiva desde abril de 2006, e 4,8% no acumulado no ano. A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos doze meses, passou de 3,6% em julho para 3,9% em agosto, continuando em trajetória ascendente desde dezembro de 2006.

Para o crescimento de 4,7% do valor da folha de pagamento real em comparação a agosto do ano anterior contribuíram treze dos quatorze locais pesquisados. A principal influência positiva veio de São Paulo (2,8%), em função, sobretudo, do aumento salarial em meios de transporte (8,3%), produtos químicos (8,5%) e máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (6,9%). Em seguida, vale citar Rio Grande do Sul (14,5%) e Rio de Janeiro (8,6%). Em sentido oposto, a única queda foi observada no Espírito Santo (-3,3%).

Setorialmente, ainda no indicador mensal, o valor da folha de pagamento real cresceu em quatorze dos dezoito ramos industriais, com as contribuições positivas mais relevantes sendo assinaladas por meios de transporte (8,7%), alimentos e bebidas (5,2%), produtos químicos (9,1%) e produtos de metal (10,7%). Por outro lado, os maiores recuos vieram de papel e gráfica (-7,0%), madeira (-11,2%) e fumo (-13,8%).

O indicador acumulado no ano apresentou acréscimo de 4,8%, com aumento no valor da folha de pagamento real em todos os locais pesquisados. O maior impacto positivo veio de São Paulo (3,7%), por conta de produtos químicos (13,9%), meios de transporte (3,6%) e alimentos e bebidas (3,5%). Vale mencionar, também, Rio Grande do Sul (7,2%), região Nordeste (6,5%) e Minas Gerais (5,5%). Nestes locais, os destaques positivos foram: produtos de metal (44,3%) e alimentos e bebidas (11,7%, 1); alimentos e bebidas (7,0%) e refino de petróleo e produção de álcool (28,7%, 1); e alimentos e bebidas (10,8%) e indústria extrativa (11,9%), respectivamente.

Em termos setoriais, ainda no acumulado no ano, treze das dezoito atividades mostraram crescimento do valor da folha de pagamento, cabendo a produtos químicos (11,9%), alimentos e bebidas (6,6%), indústria extrativa (16,3%) e meios de transporte (4,5%), as principais influências positivas. Entre os que assinalaram queda, papel e gráfica (-4,2%), madeira (-8,0%) e calçados e artigos de couro (-2,0%) exibiram as maiores perdas salariais.


( da redação com informações de assessoria)