Nordeste e Emprego. Horas pagas extras em agosto teve impacto desprezível no Nordeste.
A Política Real teve acesso.
Publicado em
( Brasília-DF, 15/10/2007) A Política Real teve acesso. O número de horas pagas aos trabalhadores da indústria, em agosto, registrou variação positiva de 0,2% frente a julho, na série livre dos efeitos sazonais, após acumular perda de 0,7% nos dois últimos meses. Ainda na série ajustada sazonalmente, o índice de média móvel trimestral permaneceu, pelo segundo mês consecutivo, apontando variação negativa de 0,2%. Segundo os números do IBGE da PIMES enviados à redação ficou evidente a inexpressividade dos números sobre o Nordeste.
A comparação com igual mês do ano anterior mostrou, pelo segundo mês consecutivo, avanço de 1,9%. Com isso, o indicador acumulado nos oito primeiros meses do ano ficou em 1,3%. A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos doze meses, apontou acréscimo de 1,1%.
No confronto agosto 07/ agosto 06, houve crescimento de 1,9%, com o número de horas pagas apontando taxas positivas em oito dos quatorze locais e doze dos dezoito ramos pesquisados. Em termos setoriais, os maiores avanços no cômputo geral vieram de meios de transporte (11,3%), alimentos e bebidas (3,3%) e produtos de metal (8,8%). No sentido contrário, calçados e artigos de couro (-12,9%) e madeira (-7,0%) exerceram as pressões negativas mais significativas.
Ainda segundo o indicador mensal, os locais que assinalaram os maiores impactos positivos no resultado nacional foram São Paulo (3,5%), Paraná (4,7%) e Minas Gerais (2,1%). Em São Paulo, onze das dezoito atividades pesquisadas aumentaram o número de horas pagas, com destaque para meios de transporte (10,8%), máquinas e equipamentos (9,4%) e alimentos e bebidas (4,3%). Na indústria paranaense, sobressaíram meios de transporte (34,2%) e alimentos e bebidas (4,9%, 1); e em Minas Gerais, a contribuição mais significativa veio de meios de transporte (14,8%).
O acumulado no período janeiro-agosto registrou aumento de 1,3%, com avanços em onze locais e também em onze setores. Os maiores impactos positivos, por local, vieram de São Paulo (2,0%), Paraná (2,9%) e região Nordeste (1,7%), enquanto Rio Grande do Sul (-1,1%) exerceu a pressão negativa mais relevante. No corte setorial, as principais contribuições positivas sobre a média da indústria vieram de alimentos e bebidas (4,5%), meios de transporte (5,8%) e produtos de metal (5,6%). Em sentido contrário, calçados e artigos de couro (-8,4%) e vestuário (-5,9%) apontaram os recuos mais importantes.
( da redação com informações de assessoria)
A comparação com igual mês do ano anterior mostrou, pelo segundo mês consecutivo, avanço de 1,9%. Com isso, o indicador acumulado nos oito primeiros meses do ano ficou em 1,3%. A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos doze meses, apontou acréscimo de 1,1%.
No confronto agosto 07/ agosto 06, houve crescimento de 1,9%, com o número de horas pagas apontando taxas positivas em oito dos quatorze locais e doze dos dezoito ramos pesquisados. Em termos setoriais, os maiores avanços no cômputo geral vieram de meios de transporte (11,3%), alimentos e bebidas (3,3%) e produtos de metal (8,8%). No sentido contrário, calçados e artigos de couro (-12,9%) e madeira (-7,0%) exerceram as pressões negativas mais significativas.
Ainda segundo o indicador mensal, os locais que assinalaram os maiores impactos positivos no resultado nacional foram São Paulo (3,5%), Paraná (4,7%) e Minas Gerais (2,1%). Em São Paulo, onze das dezoito atividades pesquisadas aumentaram o número de horas pagas, com destaque para meios de transporte (10,8%), máquinas e equipamentos (9,4%) e alimentos e bebidas (4,3%). Na indústria paranaense, sobressaíram meios de transporte (34,2%) e alimentos e bebidas (4,9%, 1); e em Minas Gerais, a contribuição mais significativa veio de meios de transporte (14,8%).
O acumulado no período janeiro-agosto registrou aumento de 1,3%, com avanços em onze locais e também em onze setores. Os maiores impactos positivos, por local, vieram de São Paulo (2,0%), Paraná (2,9%) e região Nordeste (1,7%), enquanto Rio Grande do Sul (-1,1%) exerceu a pressão negativa mais relevante. No corte setorial, as principais contribuições positivas sobre a média da indústria vieram de alimentos e bebidas (4,5%), meios de transporte (5,8%) e produtos de metal (5,6%). Em sentido contrário, calçados e artigos de couro (-8,4%) e vestuário (-5,9%) apontaram os recuos mais importantes.
( da redação com informações de assessoria)