Sergipe. Disputa Governo e Oposição na AL-SE tem dia intenso.
A Política Real teve aceso.
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( Brasília-DF,16/08/2007) A Política Real está atenta.
A bancada governista, liderada pelo deputado estadual Francisco Gualberto (PT), rejeitou na sessão de hoje, 15, na Assembléia Legislativa do Sergipe , três requerimentos apresentados pelo líder da oposição, deputado Venâncio Fonseca (PP). O primeiro convidava estudantes supostamente agredidos pela Polícia Militar, durante solenidade com as presenças do governador Marcelo Déda e do ministro da Educação, Fernando Haddad, a prestarem esclarecimentos na Comissão de Cidadania e Direitos Humanos. Os outros dois tratavam de questão relacionada ao concurso público a ser realizado pelo governo do Estado.
“Uma coisa é querer saber se houve excesso por parte dos policiais no episódio. Outra coisa é querer fazer a política junto com pessoas ligadas ao DEM e estudantes ligados a outras siglas comandadas por um ex-deputado federal que perdeu a eleição e é nosso adversário. Isso é outra coisa”, justificou Francisco Gualberto. “O que não vamos legitimar é o palanque que quer o deputado Venâncio a nossas custas. O requerimento foi rejeitado porque não fazemos palanque para a direita”.
Gualberto informa que Venâncio, na condição de presidente da Comissão de Direitos Humanos, tem todo o poder de convocar a comissão especialmente para ouvir os estudantes da maneira que ele desejar. “Inclusive com a nossa participação”, confirma o petista. Segundo ele, se a intenção do deputado de oposição é mesmo ouvir os depoimentos dos estudantes sobre o episódio, ele poderia fazer isso ainda amanhã. “Ele queria que a gente aprovasse o requerimento para poder fazer palanque às custas da Assembléia Legislativa. Isso é diferente”.
Em relação ao requerimento sobre o concurso, pedindo detalhes numéricos sobre a atual constituição do quadro geral de pessoal do Poder Executivo, Francisco Gualberto reafirma que encaminhou pela rejeição mas se comprometeu com o líder da oposição a entregá-lo pessoalmente informações precisas sobre número de vagas existentes. “Garanto que é um número compatível com o que vem sendo anunciado para ser preenchido pelo concurso. Não há segredo nem mistério algum”, disse.
Na justificativa, Gualberto lembrou que a lei pedindo autorização para as contratações a serem feitas após o concurso ainda terá que passar pela Assembléia. Além disso, ressaltou que no ano passado o próprio Venâncio liderou a bancada governista para aprovação de uma lei relativa aos cargos já existentes. “Na verdade ele quer atrapalhar um pouco os secretários, tirando o tempo deles que está voltado para coisas muito mais amplas em favor do povo sergipano”.
( da redação com informações de assessoria)
A bancada governista, liderada pelo deputado estadual Francisco Gualberto (PT), rejeitou na sessão de hoje, 15, na Assembléia Legislativa do Sergipe , três requerimentos apresentados pelo líder da oposição, deputado Venâncio Fonseca (PP). O primeiro convidava estudantes supostamente agredidos pela Polícia Militar, durante solenidade com as presenças do governador Marcelo Déda e do ministro da Educação, Fernando Haddad, a prestarem esclarecimentos na Comissão de Cidadania e Direitos Humanos. Os outros dois tratavam de questão relacionada ao concurso público a ser realizado pelo governo do Estado.
“Uma coisa é querer saber se houve excesso por parte dos policiais no episódio. Outra coisa é querer fazer a política junto com pessoas ligadas ao DEM e estudantes ligados a outras siglas comandadas por um ex-deputado federal que perdeu a eleição e é nosso adversário. Isso é outra coisa”, justificou Francisco Gualberto. “O que não vamos legitimar é o palanque que quer o deputado Venâncio a nossas custas. O requerimento foi rejeitado porque não fazemos palanque para a direita”.
Gualberto informa que Venâncio, na condição de presidente da Comissão de Direitos Humanos, tem todo o poder de convocar a comissão especialmente para ouvir os estudantes da maneira que ele desejar. “Inclusive com a nossa participação”, confirma o petista. Segundo ele, se a intenção do deputado de oposição é mesmo ouvir os depoimentos dos estudantes sobre o episódio, ele poderia fazer isso ainda amanhã. “Ele queria que a gente aprovasse o requerimento para poder fazer palanque às custas da Assembléia Legislativa. Isso é diferente”.
Em relação ao requerimento sobre o concurso, pedindo detalhes numéricos sobre a atual constituição do quadro geral de pessoal do Poder Executivo, Francisco Gualberto reafirma que encaminhou pela rejeição mas se comprometeu com o líder da oposição a entregá-lo pessoalmente informações precisas sobre número de vagas existentes. “Garanto que é um número compatível com o que vem sendo anunciado para ser preenchido pelo concurso. Não há segredo nem mistério algum”, disse.
Na justificativa, Gualberto lembrou que a lei pedindo autorização para as contratações a serem feitas após o concurso ainda terá que passar pela Assembléia. Além disso, ressaltou que no ano passado o próprio Venâncio liderou a bancada governista para aprovação de uma lei relativa aos cargos já existentes. “Na verdade ele quer atrapalhar um pouco os secretários, tirando o tempo deles que está voltado para coisas muito mais amplas em favor do povo sergipano”.
( da redação com informações de assessoria)