Paraíba. Senador Efraim Morais volta a se manifestar no plenário; Sempre falante no passado breve ele tratou hoje de desertificação e transposição.
Ele anunciou que Aldo Pagoto fará evento pró-transposição, em Cajazeiras, no sábado que vem.
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( Brasília-DF, 15/08/2007) A Política Real teve acesso. O senador Efraim Morais (DEM-PB), lamentou durante discurso ser improvável que haja tema mais recorrente, quando se aborda a questão social brasileira, que o da penúria nordestina, decorrente da adversidade climática. “A seca tem sido flagelo histórico, a desafiar sucessivos governos, ao longo - sem qualquer exagero - já de alguns séculos”, disse
O Senador lembrou duas propostas que beneficia a Região Nordeste: a que trata da transposição das águas do Rio São Francisco e a que amplia a responsabilidade do Poder Público na proteção de áreas mais susceptíveis à degradação – este de autoria do senador Inácio Arruda.
A desertificação do semi-árido – ameaça que assusta a região Nordeste - é uma tragédia ambiental que precisa ser evitada a todo custo. E não há outro meio de fazê-lo senão pela ação efetiva e imediata do Estado. A desertificação de acordo com Efraim se dá em face de um ou mais fatores básicos. O fator preponderante no Nordeste é o clima adverso, que se associa ao uso inadequado dos recursos do solo, degradando-o.
Esse uso impróprio, no entanto, decorre do quadro de pobreza e penúria que envolve o agricultor nordestino, que desconhece recursos de proteção, conservação e recuperação de vegetação e solo degradados. Por isso, explora excessivamente os recursos de sua propriedade.
TRANSPOSIÇÃO - Efraim lamentou que muitos criticam a transposição como se tratasse de uma pirotecnia, uma idéia absurda, sem precedentes na história ambiental do país e da humanidade. Segundo ele, trata-se de equívoco, de desconhecimento de causa.
A idéia é antiga - já ao tempo do Império falava-se nela. Efraim Morais lembrou ainda que bem antes de Cristo, construíam-se canais nas regiões do Egito e da Babilônia (atual Iraque), obras que ainda hoje lá estão. Em 1300, a China construiu um canal de 1 mil e 800 quilômetros. O Egito empregou 1 milhão de trabalhadores na construção do canal de Suez.
“Há, hoje, em todo o mundo, cerca de 100 obras similares, até porque a escassez de água doce é um dos grandes desafios antevistos para a humanidade no milênio que se inicia”. Destacou.
Para Efraim o projeto esbarra, em resistências políticas localizadas – como, por exemplo: desviar o Rio São Francisco significa prejudicar os estados da Bahia, de Sergipe e de Alagoas que são doadores e distribuí-la para os estados da Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceará. Já a segunda resistência é de ordem ambiental. Haveria poucos estudos técnicos avaliando os danos de tal obra ao meio ambiente, - o que significa dizer que nenhuma dessas alegações tem consistência efetiva.
O senador lembrou que, com a transposição a riqueza aumenta, todos se beneficiam: mais empregos, menos doenças, menos migração, menor taxa de mortalidade e analfabetismo entre outros benefícios.
Efraim encerrou seu discurso informando que o “Comitê Paraibano em Defesa da Integração de Bacias e da Transposição de Águas do Rio São Francisco”, que é coordenado pelo Arcebispo da Paraíba Dom Aldo Pagotto, realizará no próximo sábado 18, na Cidade de Cajazeiras, mobilização em prol da Transposição de Águas do Rio São Francisco. O evento tem inicio ás 9h00 em frente a nova Rodoviária.
Efraim apelou aos demais senadores para que não permitam que se desperdice a oportunidade histórica de pôr fim a um flagelo que acompanha a região nordestina desde os primórdios da formação nacional.
( da redação com informações de assessoria)
O Senador lembrou duas propostas que beneficia a Região Nordeste: a que trata da transposição das águas do Rio São Francisco e a que amplia a responsabilidade do Poder Público na proteção de áreas mais susceptíveis à degradação – este de autoria do senador Inácio Arruda.
A desertificação do semi-árido – ameaça que assusta a região Nordeste - é uma tragédia ambiental que precisa ser evitada a todo custo. E não há outro meio de fazê-lo senão pela ação efetiva e imediata do Estado. A desertificação de acordo com Efraim se dá em face de um ou mais fatores básicos. O fator preponderante no Nordeste é o clima adverso, que se associa ao uso inadequado dos recursos do solo, degradando-o.
Esse uso impróprio, no entanto, decorre do quadro de pobreza e penúria que envolve o agricultor nordestino, que desconhece recursos de proteção, conservação e recuperação de vegetação e solo degradados. Por isso, explora excessivamente os recursos de sua propriedade.
TRANSPOSIÇÃO - Efraim lamentou que muitos criticam a transposição como se tratasse de uma pirotecnia, uma idéia absurda, sem precedentes na história ambiental do país e da humanidade. Segundo ele, trata-se de equívoco, de desconhecimento de causa.
A idéia é antiga - já ao tempo do Império falava-se nela. Efraim Morais lembrou ainda que bem antes de Cristo, construíam-se canais nas regiões do Egito e da Babilônia (atual Iraque), obras que ainda hoje lá estão. Em 1300, a China construiu um canal de 1 mil e 800 quilômetros. O Egito empregou 1 milhão de trabalhadores na construção do canal de Suez.
“Há, hoje, em todo o mundo, cerca de 100 obras similares, até porque a escassez de água doce é um dos grandes desafios antevistos para a humanidade no milênio que se inicia”. Destacou.
Para Efraim o projeto esbarra, em resistências políticas localizadas – como, por exemplo: desviar o Rio São Francisco significa prejudicar os estados da Bahia, de Sergipe e de Alagoas que são doadores e distribuí-la para os estados da Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceará. Já a segunda resistência é de ordem ambiental. Haveria poucos estudos técnicos avaliando os danos de tal obra ao meio ambiente, - o que significa dizer que nenhuma dessas alegações tem consistência efetiva.
O senador lembrou que, com a transposição a riqueza aumenta, todos se beneficiam: mais empregos, menos doenças, menos migração, menor taxa de mortalidade e analfabetismo entre outros benefícios.
Efraim encerrou seu discurso informando que o “Comitê Paraibano em Defesa da Integração de Bacias e da Transposição de Águas do Rio São Francisco”, que é coordenado pelo Arcebispo da Paraíba Dom Aldo Pagotto, realizará no próximo sábado 18, na Cidade de Cajazeiras, mobilização em prol da Transposição de Águas do Rio São Francisco. O evento tem inicio ás 9h00 em frente a nova Rodoviária.
Efraim apelou aos demais senadores para que não permitam que se desperdice a oportunidade histórica de pôr fim a um flagelo que acompanha a região nordestina desde os primórdios da formação nacional.
( da redação com informações de assessoria)