Rio Grande do Norte. Deputada pede que Lula dê universidade para o Estado.
Ela reclamou que Lula criou 12 campi no Nordeste e nenhum em sua Mossoró.
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( Brasília-DF, 14/08/2007) A Política Real está atenta. A deputada federal Sandra Rosado(PSB-RN) foi a última a falar hoje no pequeno expediente da Câmara Federal e reclamou que durante o primeiro Governo Lula foram criados 12 novos campis no Nordeste porém nenhum deles no Rio Grande do Norte. Ela reclamou da demora para confeirir esse status, de Universiade, a antiga escola agrícola de Mossoró.
Veja a íntegra da falação:
“ Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, em 19 de julho de 2005, o Rio Grande do Norte alcançou importante conquista em seu desenvolvimento educacional. O Governo Federal, por meio da Lei n° 11.155, de 2005, transformou a antiga Escola Superior de Agricultura de Mossoró - ESAM em Universidade Federal Rural do Semi-Árido - UFERSA.
Passados 2 anos, a nossa luta se renova com o processo de expansão do conhecimento por meio da interiorização de campi, conforme prevê a Constituição de 1988.
Os projetos de criação de novos campi, por meio da Secretaria de Educação Superior (SESU), andam de forma acelerada desde o primeiro mandato do Presidente Lula, quando, de pronto, foram aprovados 7 novos campi, depois mais 12, chegando a totalizar 48 até o final do ano passado. A perspectiva para este ano, conforme dados da SESU, é de que sejam entregues 79 novas unidades pelo Brasil afora.
Por reconhecer que a abertura desses novos espaços atende à demanda da formação profissional e científica, além de favorecer o desenvolvimento socioeconômico e sociocultural das regiões atendidas, o Rio Grande do Norte clama por tal benefício.
Nos primeiros 4 anos do Governo Lula, todas as regiões do Brasil foram contempladas com o processo de expansão universitária. O Nordeste recebeu 12 novos campi, mas, infelizmente, nenhum desses foi para meu Estado, o Rio Grande do Norte.
O mais grave é que fomos os únicos a ficar de fora do processo. Isso mesmo. Todos os Estados foram atendidos, menos o Rio Grande do Norte.
Mas quero aqui protestar pelo que deixou de ser feito e ao mesmo tempo reivindicar uma correção. A UFERSA está preparada para ampliar seu progresso educacional e espera somente pelo reconhecimento da SESU.
De minha parte, já solicitei campi para Chapada do Apodi; Angicos, na região central; e Pau dos Ferros, no Alto Oeste; que são regiões tradicionalmente excluídas do desenvolvimento em ciência, tecnologia e inovação. O projeto de expansão para essas áreas já está pronto e será discutido amanhã com o secretário da SESU, Sr. Ronaldo Mota.
Nesse novo processo, a UFERSA propõe a criação de 6 novos cursos de graduação, 300 vagas em cada campus e contratação de pelo menos 100 docentes e técnicos-administrativos, com investimento global previsto de 45 milhões de reais.
Acredito ser este o momento para corrigir uma desigualdade de tratamento dentro do processo de expansão do sistema federal de ensino superior. Nos 2 últimos processos de distribuição, o meu Rio Grande do Norte, muitas vezes esquecido em áreas outras, também foi esquecido pelo Ministério da Educação. Ressalto que estamos sempre sendo vistos, mas nunca lembrados.
Assim, garanto que, da mesma forma que acreditei, lutei e trabalhei pela ascensão da antiga ESAM, agora farei o mesmo com a expansão de que a UFERSA tanto necessita.
O Rio Grande do Norte tem de ser lembrado. É uma questão de justiça com o tão sofrido povo nordestino.
As regiões as quais fiz referência, Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, realmente precisam ser atendidas. Neste final de semana, estivemos na cidade de Apodi, onde houve uma mobilização gigantesca, levou para o debate os seus representantes políticos, na qual foram apresentadas as riquezas da região. Temos de fazer com que a ciência e a tecnologia chegue a essa região, onde há uma grande barragem, mas é preciso que suas águas sejam expandidas, para que seja consolidado o crescimento regional.
A cidade de Pau dos Ferros, da mesma forma, fez belíssima mobilização no sentido de contemplar o nosso Estado, o Rio Grande do Norte, além do Ceará, na região do Jaguaribe, e a Paraíba.
Tenho certeza de que o Ministro da Educação e o Presidente da República voltarão seus olhos e suas ações para esse trabalho, no sentido de contemplarem a cidade de Angicos, que é uma região central, além de outras cidades do entorno.
Sr. Presidente, continuaremos a lutar para que a ciência e a tecnologia cheguem ao Rio Grande do Norte, através da UFERSA, contemplando sua população.
Sr. Presidente, agradeço a V.Exa. a oportunidade.
(PRONUNCIAMENTO ENCAMINHADO PELO GABINETE)
A SRA. SANDRA ROSADO (Bloco/PSB-RN. Pronuncia o seguinte discurso.) Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, em 19 de julho de 2005 o Rio Grande do Norte alcançou uma importante conquista em seu desenvolvimento educacional. O governo federal, através da Lei n° 11.155 de 2005, transformou a então Escola Superior de Agricultura de Mossoró ESAM, em Universidade Federal Rural do Semi-Árido Ufersa.
Passados dois anos, a nossa luta se renova com o processo de expansão do conhecimento através da interiorização de campi, conforme prevê a Constituição de 1988.
Os projetos de criação de novos campi, através da Secretaria de Educação Superior (SESU), andam de forma acelerada desde o primeiro mandato do presidente Lula, quando de pronto foram aprovados sete novos campi, depois mais 12, chegando a totalizar 48 até o final do ano passado. A perspectiva para este ano, conforme dados da SESU, é de que sejam entregues 79 novas unidades.
Por reconhecer que a abertura desses novos espaços atende a demanda da formação profissional e científica, além de favorecer o desenvolvimento socioeconômico e sociocultural das regiões atendidas; éque o Rio Grande do Norte clama por tal benefício.
Nos primeiros quatro anos do Governo Lula todas as regiões do Brasil foram contempladas com o processo de expansão universitária. O Nordeste recebeu 19 novos campi, mas infelizmente nenhum desses foi para o Rio Grande do Norte. O mais agravante é que fomos os únicos a ficarmos de fora do processo. Isso mesmo. Todos os Estados foram atendidos, menos o Rio Grande do Norte.
Mas quero aqui protestar pelo o que deixou de ser feito, e ao mesmo tempo reivindicar uma correção. A Ufersa está preparada para ampliar seu progresso educacional e espera somente pelo reconhecimento da SESU.
De minha parte, já solicitei campi para Chapada do Apodi, Angicos, no Sertão Central, e Pau dos Ferros no Alto Oeste; são regiões tradicionalmente excluídas do desenvolvimento em ciência, tecnologia e inovação. O projeto de expansão para essas áreas já está pronto e será discutido amanhã com o secretário da SESU, senhor Ronaldo Mota.
Nesse novo processo, a UFERSA propõe criação de seis novos cursos de graduação, 300 vagas em cada campus e contratação de pelo menos 100 docentes e técnicos-administrativos, com investimento global previsto de 45 milhões de reais.
Acredito ser este o momento para corrigirmos uma desigualdade de tratamento dentro do processo de expansão do sistema federal de ensino superior. Nos dois últimos processos de distribuição, o meu Rio Grande do Norte, muitas vezes esquecido em áreas outras, foi esquecido pelo Ministério da Educação ressalto que estamos sempre sendo vistos, mas nunca lembrados.
Assim sendo garanto que da mesma forma que acreditei, lutei e trabalhei pela ascensão da antiga Esam; agora farei o mesmo com a expansão que a Ufersa tanto necessita. O Rio Grande do Norte tem de ser lembrado. É uma questão de justiça com o tão sofrido povo Nordestino.
Muito obrigada.”
( da redação com informações da taquigrafia da Câmara Federal)
Veja a íntegra da falação:
“ Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, em 19 de julho de 2005, o Rio Grande do Norte alcançou importante conquista em seu desenvolvimento educacional. O Governo Federal, por meio da Lei n° 11.155, de 2005, transformou a antiga Escola Superior de Agricultura de Mossoró - ESAM em Universidade Federal Rural do Semi-Árido - UFERSA.
Passados 2 anos, a nossa luta se renova com o processo de expansão do conhecimento por meio da interiorização de campi, conforme prevê a Constituição de 1988.
Os projetos de criação de novos campi, por meio da Secretaria de Educação Superior (SESU), andam de forma acelerada desde o primeiro mandato do Presidente Lula, quando, de pronto, foram aprovados 7 novos campi, depois mais 12, chegando a totalizar 48 até o final do ano passado. A perspectiva para este ano, conforme dados da SESU, é de que sejam entregues 79 novas unidades pelo Brasil afora.
Por reconhecer que a abertura desses novos espaços atende à demanda da formação profissional e científica, além de favorecer o desenvolvimento socioeconômico e sociocultural das regiões atendidas, o Rio Grande do Norte clama por tal benefício.
Nos primeiros 4 anos do Governo Lula, todas as regiões do Brasil foram contempladas com o processo de expansão universitária. O Nordeste recebeu 12 novos campi, mas, infelizmente, nenhum desses foi para meu Estado, o Rio Grande do Norte.
O mais grave é que fomos os únicos a ficar de fora do processo. Isso mesmo. Todos os Estados foram atendidos, menos o Rio Grande do Norte.
Mas quero aqui protestar pelo que deixou de ser feito e ao mesmo tempo reivindicar uma correção. A UFERSA está preparada para ampliar seu progresso educacional e espera somente pelo reconhecimento da SESU.
De minha parte, já solicitei campi para Chapada do Apodi; Angicos, na região central; e Pau dos Ferros, no Alto Oeste; que são regiões tradicionalmente excluídas do desenvolvimento em ciência, tecnologia e inovação. O projeto de expansão para essas áreas já está pronto e será discutido amanhã com o secretário da SESU, Sr. Ronaldo Mota.
Nesse novo processo, a UFERSA propõe a criação de 6 novos cursos de graduação, 300 vagas em cada campus e contratação de pelo menos 100 docentes e técnicos-administrativos, com investimento global previsto de 45 milhões de reais.
Acredito ser este o momento para corrigir uma desigualdade de tratamento dentro do processo de expansão do sistema federal de ensino superior. Nos 2 últimos processos de distribuição, o meu Rio Grande do Norte, muitas vezes esquecido em áreas outras, também foi esquecido pelo Ministério da Educação. Ressalto que estamos sempre sendo vistos, mas nunca lembrados.
Assim, garanto que, da mesma forma que acreditei, lutei e trabalhei pela ascensão da antiga ESAM, agora farei o mesmo com a expansão de que a UFERSA tanto necessita.
O Rio Grande do Norte tem de ser lembrado. É uma questão de justiça com o tão sofrido povo nordestino.
As regiões as quais fiz referência, Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, realmente precisam ser atendidas. Neste final de semana, estivemos na cidade de Apodi, onde houve uma mobilização gigantesca, levou para o debate os seus representantes políticos, na qual foram apresentadas as riquezas da região. Temos de fazer com que a ciência e a tecnologia chegue a essa região, onde há uma grande barragem, mas é preciso que suas águas sejam expandidas, para que seja consolidado o crescimento regional.
A cidade de Pau dos Ferros, da mesma forma, fez belíssima mobilização no sentido de contemplar o nosso Estado, o Rio Grande do Norte, além do Ceará, na região do Jaguaribe, e a Paraíba.
Tenho certeza de que o Ministro da Educação e o Presidente da República voltarão seus olhos e suas ações para esse trabalho, no sentido de contemplarem a cidade de Angicos, que é uma região central, além de outras cidades do entorno.
Sr. Presidente, continuaremos a lutar para que a ciência e a tecnologia cheguem ao Rio Grande do Norte, através da UFERSA, contemplando sua população.
Sr. Presidente, agradeço a V.Exa. a oportunidade.
(PRONUNCIAMENTO ENCAMINHADO PELO GABINETE)
A SRA. SANDRA ROSADO (Bloco/PSB-RN. Pronuncia o seguinte discurso.) Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, em 19 de julho de 2005 o Rio Grande do Norte alcançou uma importante conquista em seu desenvolvimento educacional. O governo federal, através da Lei n° 11.155 de 2005, transformou a então Escola Superior de Agricultura de Mossoró ESAM, em Universidade Federal Rural do Semi-Árido Ufersa.
Passados dois anos, a nossa luta se renova com o processo de expansão do conhecimento através da interiorização de campi, conforme prevê a Constituição de 1988.
Os projetos de criação de novos campi, através da Secretaria de Educação Superior (SESU), andam de forma acelerada desde o primeiro mandato do presidente Lula, quando de pronto foram aprovados sete novos campi, depois mais 12, chegando a totalizar 48 até o final do ano passado. A perspectiva para este ano, conforme dados da SESU, é de que sejam entregues 79 novas unidades.
Por reconhecer que a abertura desses novos espaços atende a demanda da formação profissional e científica, além de favorecer o desenvolvimento socioeconômico e sociocultural das regiões atendidas; éque o Rio Grande do Norte clama por tal benefício.
Nos primeiros quatro anos do Governo Lula todas as regiões do Brasil foram contempladas com o processo de expansão universitária. O Nordeste recebeu 19 novos campi, mas infelizmente nenhum desses foi para o Rio Grande do Norte. O mais agravante é que fomos os únicos a ficarmos de fora do processo. Isso mesmo. Todos os Estados foram atendidos, menos o Rio Grande do Norte.
Mas quero aqui protestar pelo o que deixou de ser feito, e ao mesmo tempo reivindicar uma correção. A Ufersa está preparada para ampliar seu progresso educacional e espera somente pelo reconhecimento da SESU.
De minha parte, já solicitei campi para Chapada do Apodi, Angicos, no Sertão Central, e Pau dos Ferros no Alto Oeste; são regiões tradicionalmente excluídas do desenvolvimento em ciência, tecnologia e inovação. O projeto de expansão para essas áreas já está pronto e será discutido amanhã com o secretário da SESU, senhor Ronaldo Mota.
Nesse novo processo, a UFERSA propõe criação de seis novos cursos de graduação, 300 vagas em cada campus e contratação de pelo menos 100 docentes e técnicos-administrativos, com investimento global previsto de 45 milhões de reais.
Acredito ser este o momento para corrigirmos uma desigualdade de tratamento dentro do processo de expansão do sistema federal de ensino superior. Nos dois últimos processos de distribuição, o meu Rio Grande do Norte, muitas vezes esquecido em áreas outras, foi esquecido pelo Ministério da Educação ressalto que estamos sempre sendo vistos, mas nunca lembrados.
Assim sendo garanto que da mesma forma que acreditei, lutei e trabalhei pela ascensão da antiga Esam; agora farei o mesmo com a expansão que a Ufersa tanto necessita. O Rio Grande do Norte tem de ser lembrado. É uma questão de justiça com o tão sofrido povo Nordestino.
Muito obrigada.”
( da redação com informações da taquigrafia da Câmara Federal)