Nordeste e o Emprego. Emprego na indústria varia negativamente em - 0,1% em junho.
Nesse período pesquisado o Nordeste não teve destaque regional.
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(Brasília-DF, 13/08/2007) A Política Real teve acesso. O IBGE divulgou agora há pouco a Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário.
Em junho, o emprego industrial apresentou variação negativa de 0,1% frente a maio, na série livre de influências sazonais, após seqüência de cinco meses com taxas positivas, período em que acumulou ganho de 2,0%. Ainda na série ajustada sazonalmente, o índice de média móvel trimestral, que mantém trajetória ascendente desde janeiro último, variou 0,3% entre maio e junho.
A comparação com junho de 2006 mostrou crescimento de 2,1%, décimo segundo resultado positivo consecutivo. Com isso, o acumulado no primeiro semestre do ano chegou a 1,6%. Nos índices trimestrais, o pessoal ocupado avançou 2,0% no segundo trimestre de 2007, em relação a igual período de 2006, e foi 1,1% maior no confronto com o trimestre imediatamente anterior (série ajustada sazonalmente). O indicador acumulado nos últimos doze meses prossegue em crescimento desde outubro de 2006, e passa de 0,8% em maio para 1,0% em junho.
Em relação a junho de 2006 (2,1%), todos (14) os locais e onze dos dezoito setores pesquisados aumentaram o contingente de trabalhadores. Os principais destaques regionais foram São Paulo (2,9%), Minas Gerais (2,1%) e região Norte e Centro-Oeste (2,3%). Na indústria paulista, as principais contribuições positivas vieram de máquinas e equipamentos (11,7%), outros produtos da indústria de transformação (11,5%) e meios de transporte (4,4%, 1); na indústria mineira, as pressões positivas mais relevantes vieram de produtos de metal (14,4%) e de meios de transporte (10,9%, 1); e na região Norte e Centro-Oeste, alimentos e bebidas (8,7%) foi o destaque.
No total do país, em termos setoriais, alimentos e bebidas (4,0%), máquinas e equipamentos (9,4%), produtos de metal (8,3%) e meios de transporte (6,6%) foram os que exerceram as principais influências positivas. Em sentido contrário, vestuário (-4,3%), madeira (-7,6%) e calçados e artigos de couro (-4,2%) representaram os principais impactos negativos.
Na análise trimestral, na comparação com igual período do ano anterior, o emprego industrial continua em trajetória ascendente desde o segundo trimestre de 2006, com o período abril-junho de 2007 (2,0%) assinalando o resultado mais elevado desde o segundo trimestre de 2005 (2,2%). Dos onze ramos que apontam ganho, entre os índices do primeiro e do segundo trimestres deste ano, destaca-se o setor de máquinas e equipamentos (de 1,6% para 7,0%), refletindo o avanço na sua atividade produtiva. Também vale citar a redução no ritmo de queda vinda de segmentos mais intensivos em mão-de-obra, como calçados e artigos de couro (de -8,0% para -4,7%) e vestuário (de -5,9% para -4,2%). Entre os locais, no segundo trimestre, dez apresentaram resultados superiores aos do primeiro, com o Rio Grande do Sul registrando o maior avanço relativo: de -3,3% para -0,1%.
No indicador acumulado no primeiro semestre do ano, o pessoal ocupado assalariado apresentou crescimento de 1,6%, com índices positivos em todos os locais pesquisados, à exceção do Rio Grande do Sul (-1,7%), ainda pressionado pelo setor de calçados e artigos de couro (-13,9%). As principais contribuições positivas vieram de São Paulo (2,3%), região Nordeste (2,2%) e região Norte e Centro-Oeste (2,6%). Em termos setoriais, no total do país, os destaques foram alimentos e bebidas (5,3%), produtos de metal (5,7%), meios de transporte (4,7%) e máquinas e equipamentos (4,3%). Em contraposição, as pressões negativas na composição da taxa geral foram exercidas, sobretudo, por calçados e artigos de couro (-6,4%), vestuário (-5,1%) e madeira (-4,7%).
( da redação com informações de assessoria)
Em junho, o emprego industrial apresentou variação negativa de 0,1% frente a maio, na série livre de influências sazonais, após seqüência de cinco meses com taxas positivas, período em que acumulou ganho de 2,0%. Ainda na série ajustada sazonalmente, o índice de média móvel trimestral, que mantém trajetória ascendente desde janeiro último, variou 0,3% entre maio e junho.
A comparação com junho de 2006 mostrou crescimento de 2,1%, décimo segundo resultado positivo consecutivo. Com isso, o acumulado no primeiro semestre do ano chegou a 1,6%. Nos índices trimestrais, o pessoal ocupado avançou 2,0% no segundo trimestre de 2007, em relação a igual período de 2006, e foi 1,1% maior no confronto com o trimestre imediatamente anterior (série ajustada sazonalmente). O indicador acumulado nos últimos doze meses prossegue em crescimento desde outubro de 2006, e passa de 0,8% em maio para 1,0% em junho.
Em relação a junho de 2006 (2,1%), todos (14) os locais e onze dos dezoito setores pesquisados aumentaram o contingente de trabalhadores. Os principais destaques regionais foram São Paulo (2,9%), Minas Gerais (2,1%) e região Norte e Centro-Oeste (2,3%). Na indústria paulista, as principais contribuições positivas vieram de máquinas e equipamentos (11,7%), outros produtos da indústria de transformação (11,5%) e meios de transporte (4,4%, 1); na indústria mineira, as pressões positivas mais relevantes vieram de produtos de metal (14,4%) e de meios de transporte (10,9%, 1); e na região Norte e Centro-Oeste, alimentos e bebidas (8,7%) foi o destaque.
No total do país, em termos setoriais, alimentos e bebidas (4,0%), máquinas e equipamentos (9,4%), produtos de metal (8,3%) e meios de transporte (6,6%) foram os que exerceram as principais influências positivas. Em sentido contrário, vestuário (-4,3%), madeira (-7,6%) e calçados e artigos de couro (-4,2%) representaram os principais impactos negativos.
Na análise trimestral, na comparação com igual período do ano anterior, o emprego industrial continua em trajetória ascendente desde o segundo trimestre de 2006, com o período abril-junho de 2007 (2,0%) assinalando o resultado mais elevado desde o segundo trimestre de 2005 (2,2%). Dos onze ramos que apontam ganho, entre os índices do primeiro e do segundo trimestres deste ano, destaca-se o setor de máquinas e equipamentos (de 1,6% para 7,0%), refletindo o avanço na sua atividade produtiva. Também vale citar a redução no ritmo de queda vinda de segmentos mais intensivos em mão-de-obra, como calçados e artigos de couro (de -8,0% para -4,7%) e vestuário (de -5,9% para -4,2%). Entre os locais, no segundo trimestre, dez apresentaram resultados superiores aos do primeiro, com o Rio Grande do Sul registrando o maior avanço relativo: de -3,3% para -0,1%.
No indicador acumulado no primeiro semestre do ano, o pessoal ocupado assalariado apresentou crescimento de 1,6%, com índices positivos em todos os locais pesquisados, à exceção do Rio Grande do Sul (-1,7%), ainda pressionado pelo setor de calçados e artigos de couro (-13,9%). As principais contribuições positivas vieram de São Paulo (2,3%), região Nordeste (2,2%) e região Norte e Centro-Oeste (2,6%). Em termos setoriais, no total do país, os destaques foram alimentos e bebidas (5,3%), produtos de metal (5,7%), meios de transporte (4,7%) e máquinas e equipamentos (4,3%). Em contraposição, as pressões negativas na composição da taxa geral foram exercidas, sobretudo, por calçados e artigos de couro (-6,4%), vestuário (-5,1%) e madeira (-4,7%).
( da redação com informações de assessoria)