Nordeste e o Emprego. Segundo o Dieese, comportamento dos últimos 12 meses confirma ocupação em crescimento.
Salvador foi onde mais evoluiu a ocupação.
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( Brasília-DF, 27/06/2007) A Política Real teve acesso. Na comparação com maio de 2006, para o total das regiões pesquisadas, o nível de ocupação cresceu 3,1%, variação superior à registrada no mesmo período do ano anterior (2,3%). No mesmo período, 245 mil pessoas entraram no mercado de trabalho do conjunto dessas regiões e foram geradas 489 mil novas ocupações.
Desse modo, o contingente de desempregados diminuiu em 244 mil pessoas. Note-se que o aumento da PEA se deu em ritmo inferior ao crescimento da população em idade ativa, o que fez a taxa de participação passar de 60,7% para 60,4%, no período.
O desempenho favorável do nível de ocupação resultou da geração de postos de trabalho em todas as regiões pesquisadas, embora com intensidades diferenciadas: 7,2% em Salvador; 7,0% em Belo Horizonte; 3,9% no Distrito Federal; 3,0% em Porto Alegre; 2,9% em Recife; e 1,5% em São Paulo.
Segundo os setores de atividade analisados, aumentou o número de postos de trabalho nos Serviços (325 mil), no Comércio (175 mil) e, em menor medida, na Construção Civil (17 mil) e no agregado Outros Setores (36 mil). Apenas na Indústria esse número diminuiu (64 mil), o que se repete pelo quarto mês consecutivo, nesta base de comparação.
Por posição na ocupação, o contingente de assalariados no setor privado aumentou 4,6% e permaneceu praticamente estável (-0,1%) no setor público. O desempenho do assalariamento no setor privado deu-se, principalmente, pela elevação do emprego com carteira de trabalho assinada (5,7%), pois o dos sem carteira apresentou pequena variação positiva (0,5%). O número de autônomos pouco se alterou no período (-0,2%), enquanto aumentaram os de empregados domésticos (3,1%) e dos agrupados em outras posições ocupacionais (7,3%).
Nos últimos 12 meses, a taxa de desemprego total no conjunto das seis regiões onde a PED é realizada diminuiu de 17,9% para 16,4%. Segundo suas componentes, reduziram-se as taxas de desemprego aberto (de 11,9% para 11,2%) e oculto (de 6,0% para 5,2%).
A taxa de desemprego total reduziu-se em todas as regiões pesquisadas. Suas variações no período foram de: -12,6% em Belo Horizonte; -8,8% em São Paulo; -8,4% em Porto Alegre; -7,8% em Salvador; -5,6% no Distrito Federal e -5,0% em Recife.
Entre abril de 2006 e de 2007, o rendimento médio real dos ocupados aumentou 6,3%, o que se verificou, com diferentes intensidades, em todas as regiões pesquisadas: Belo Horizonte (7,7%, 1); São Paulo (7,6%, 1); Recife (6,2%, 1); Distrito Federal (3,7%, 1); Porto Alegre (3,3%, 1); e Salvador (1,8%).
Ainda nesse período, as massas de rendimento de ocupados e assalariados elevaram-se em 8,9% e 8,8%, respectivamente, refletindo aumento do rendimento médio e do nível de ocupação.
( da redação com informações de assessoria)
Desse modo, o contingente de desempregados diminuiu em 244 mil pessoas. Note-se que o aumento da PEA se deu em ritmo inferior ao crescimento da população em idade ativa, o que fez a taxa de participação passar de 60,7% para 60,4%, no período.
O desempenho favorável do nível de ocupação resultou da geração de postos de trabalho em todas as regiões pesquisadas, embora com intensidades diferenciadas: 7,2% em Salvador; 7,0% em Belo Horizonte; 3,9% no Distrito Federal; 3,0% em Porto Alegre; 2,9% em Recife; e 1,5% em São Paulo.
Segundo os setores de atividade analisados, aumentou o número de postos de trabalho nos Serviços (325 mil), no Comércio (175 mil) e, em menor medida, na Construção Civil (17 mil) e no agregado Outros Setores (36 mil). Apenas na Indústria esse número diminuiu (64 mil), o que se repete pelo quarto mês consecutivo, nesta base de comparação.
Por posição na ocupação, o contingente de assalariados no setor privado aumentou 4,6% e permaneceu praticamente estável (-0,1%) no setor público. O desempenho do assalariamento no setor privado deu-se, principalmente, pela elevação do emprego com carteira de trabalho assinada (5,7%), pois o dos sem carteira apresentou pequena variação positiva (0,5%). O número de autônomos pouco se alterou no período (-0,2%), enquanto aumentaram os de empregados domésticos (3,1%) e dos agrupados em outras posições ocupacionais (7,3%).
Nos últimos 12 meses, a taxa de desemprego total no conjunto das seis regiões onde a PED é realizada diminuiu de 17,9% para 16,4%. Segundo suas componentes, reduziram-se as taxas de desemprego aberto (de 11,9% para 11,2%) e oculto (de 6,0% para 5,2%).
A taxa de desemprego total reduziu-se em todas as regiões pesquisadas. Suas variações no período foram de: -12,6% em Belo Horizonte; -8,8% em São Paulo; -8,4% em Porto Alegre; -7,8% em Salvador; -5,6% no Distrito Federal e -5,0% em Recife.
Entre abril de 2006 e de 2007, o rendimento médio real dos ocupados aumentou 6,3%, o que se verificou, com diferentes intensidades, em todas as regiões pesquisadas: Belo Horizonte (7,7%, 1); São Paulo (7,6%, 1); Recife (6,2%, 1); Distrito Federal (3,7%, 1); Porto Alegre (3,3%, 1); e Salvador (1,8%).
Ainda nesse período, as massas de rendimento de ocupados e assalariados elevaram-se em 8,9% e 8,8%, respectivamente, refletindo aumento do rendimento médio e do nível de ocupação.
( da redação com informações de assessoria)