Nordeste e Desenvolvimento Regional. PIB do Estado poderá dobrar em oito anos, avalia Armando Monteiro Neto.
Monteiro Neto falou sobre política econômica, renúncia fiscal e política de desenvolvimento regional.
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(Brasília-DF, 27/06/2007) No entendimento do deputado federal Armando Monteiro Neto(PTB-PE), presidente da Confederação Nacional da Indústria, CNI, depois de anos de estagnação e face ao que se apresenta o estado de Pernambuco poderá dobrar seu Produto Interno Bruto em oito anos:
- Depois de um período de estagnação e face a instalação da refinaria e vários outros empreendimentos, o estado de Pernambuco poderá ter a oportunidade histórica de dobrar o seu Produto Interno Bruto dentro de oito anos – disse Monteiro Neto a Política Real.
Questionado, inicialmente, sobre os recentes números da economia, como o IPC-S da Fundação Getúlio Vargas e o IPCA-15, divulgados numa avaliação nordestina por esta agencia, ele disse estar atento. Disse que conferiu, também, os números da pesquisa CNT-Sensus divulgada ontem,26.
POLÍTICA ECONÔMICA – Ele entende que a avaliação positiva dos brasileiros e dos nordestinos, em especial, favoravelmente a política econômica do Governo Federal se devem a uma aparente confusão com as políticas sociais do Governo:
- É inegável que os ganhos econômicos e financeiros gerados pelos programas sociais do Governo Federal junto às classes menos favorecidas impactam mais o Nordeste.
SUDENE – O presidente da CNI, junto com outros experientes homens públicos, como Albano Franco(PSDB-SE), Mauro Benevides(PMDB-CE), Camilo Cola(PMDB-ES) e Alberto Silva(PMDB-PI) mesmo tendo sendo extremamente reconhecidos em suas passagens públicas e privados - não renuncia a presença constante no acompanhamento dos embates e falas no plenário Ulysses Guimarães. Ele demonstrou preocupação com a demora na retomada da Sudene e acredita que a postura saudosista de muitos por sua retomada da instituição pode estar inviabilizando uma efetiva política de desenvolvimento regional.
RENÚNCIA FISCAL – Armando Monteiro Neto disse que o reconhecimento, por parte do Tribunal de Contas da União, TCU - de que o grande volume de renúncia fiscal concentrada no Sudeste deveria ser revista nas políticas fiscais do Governo Federal - ele entende que não deve ser visto como o “fim do mundo”, pois, como a maior parte deste tipo de operação se dá com imposto de renda e IPI, é natural que Sudeste seja mais favoerecido:
- Mais importante é resolvermos essa questão da política de desenvolvimento regional.
( por Genésio Araújo Junior)
- Depois de um período de estagnação e face a instalação da refinaria e vários outros empreendimentos, o estado de Pernambuco poderá ter a oportunidade histórica de dobrar o seu Produto Interno Bruto dentro de oito anos – disse Monteiro Neto a Política Real.
Questionado, inicialmente, sobre os recentes números da economia, como o IPC-S da Fundação Getúlio Vargas e o IPCA-15, divulgados numa avaliação nordestina por esta agencia, ele disse estar atento. Disse que conferiu, também, os números da pesquisa CNT-Sensus divulgada ontem,26.
POLÍTICA ECONÔMICA – Ele entende que a avaliação positiva dos brasileiros e dos nordestinos, em especial, favoravelmente a política econômica do Governo Federal se devem a uma aparente confusão com as políticas sociais do Governo:
- É inegável que os ganhos econômicos e financeiros gerados pelos programas sociais do Governo Federal junto às classes menos favorecidas impactam mais o Nordeste.
SUDENE – O presidente da CNI, junto com outros experientes homens públicos, como Albano Franco(PSDB-SE), Mauro Benevides(PMDB-CE), Camilo Cola(PMDB-ES) e Alberto Silva(PMDB-PI) mesmo tendo sendo extremamente reconhecidos em suas passagens públicas e privados - não renuncia a presença constante no acompanhamento dos embates e falas no plenário Ulysses Guimarães. Ele demonstrou preocupação com a demora na retomada da Sudene e acredita que a postura saudosista de muitos por sua retomada da instituição pode estar inviabilizando uma efetiva política de desenvolvimento regional.
RENÚNCIA FISCAL – Armando Monteiro Neto disse que o reconhecimento, por parte do Tribunal de Contas da União, TCU - de que o grande volume de renúncia fiscal concentrada no Sudeste deveria ser revista nas políticas fiscais do Governo Federal - ele entende que não deve ser visto como o “fim do mundo”, pois, como a maior parte deste tipo de operação se dá com imposto de renda e IPI, é natural que Sudeste seja mais favoerecido:
- Mais importante é resolvermos essa questão da política de desenvolvimento regional.
( por Genésio Araújo Junior)