Nordeste e o Desenvolvimento. Presidente Lula relança Pacto em benefício à criança e ao adolescente do Semi-árido.
Articulação entre o poder público e a sociedade civil é destacada pelo presidente.
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(Brasília-DF, 26/06/2007) O presidente Lula relançou hoje, em uma cerimônia no Palácio do Planalto, o Pacto Nacional Um mundo para a criança e o adolescente do Semi-árido. A iniciativa pretende articular política públicas no âmbito federal, estadual e municipal, junto com ações de organizações civis que promovam o desenvolvimento humano, social e econômico da região. “Esse pacto mostra que a melhor forma de gerar desenvolvimento é integrando ações do poder público e da sociedade civil”, declarou Lula em seu discurso.
O presidente valorizou o trabalho dos prefeitos e ressaltou a importância da articulação local para implementação de ações eficazes. “Já está provado que as políticas federais não dão certo se não envolver os prefeitos pois eles que têm capacidade de organizar e implementar as políticas”, declarou o presidente de República. O ministro da Educação, Fernando Haddad, reforçou o discurso do presidente. “Nós nunca poderíamos ter perdido a unidade das ações dos ministérios. O nosso governo tem como marca a integração de políticas, fazendo valer os direitos fundamentais do brasileiro”, disse o ministro que também discursou durante a cerimônia.
“Esse pacto é um passo fundamental para consolidar os avanços do país e diminuir as diferenças regionais”, afirmou o ministro da Sáude. José Gomes Temporão destacou os avanços feitos na área da Saúde em municípios do semi-árido como uma queda de 44 % nas internações por desnutrição em hospitais da região de crianças de até 1 ano. Os dados são referentes ao período entre 1995 e 2005. O presidente Lula, entretanto, admite que é preciso trabalhar mais para mudar a situação do Semi-árido. “Já fizemos muito, mas precisamos consolidar o que falta fazer”, relatou.
A região do Semi-árido agrega cerca de 13 milhões de crianças e adolescentes, e 95 % dos municípios da região tem uma taxa de mortalidade infantil superior a média nacional. Cerca de 16 mil crianças morrem antes de completar um ano de vida. O Pacto foi lançado em junho de 2004 e desde então promoveu a articulação de políticas na área de nutrição, saúde, educação e proteção especial à criança e ao adolescente do Semi-árido.
A cerimônia de hoje contou com a presença do governador de Sergipe, Marcelo Deda, da Paraíaba, Cássio Cunha Lima, e da Bahia, Jaques Wagner. O vice-governador do Rio Grande do Norte, iberê Camargo também esteve no evento. Dentre os ministros, estiveram o da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, do Esporte, Orlando Silva, do Meio Ambiente, Marina Silva, da Secretaria de Políticas de Promoção da igualdade Racial, Matilde Ribeiro. A senadora Patrícia Saboya e a deputada Maria do Rosário também marcaram presença como coordenadoras da bancada em defesa da criança e do adolescente. E ainda a representante da Unicef no Brasil, Marie Perrie Poirier.
(por Liana Gesteira)
O presidente valorizou o trabalho dos prefeitos e ressaltou a importância da articulação local para implementação de ações eficazes. “Já está provado que as políticas federais não dão certo se não envolver os prefeitos pois eles que têm capacidade de organizar e implementar as políticas”, declarou o presidente de República. O ministro da Educação, Fernando Haddad, reforçou o discurso do presidente. “Nós nunca poderíamos ter perdido a unidade das ações dos ministérios. O nosso governo tem como marca a integração de políticas, fazendo valer os direitos fundamentais do brasileiro”, disse o ministro que também discursou durante a cerimônia.
“Esse pacto é um passo fundamental para consolidar os avanços do país e diminuir as diferenças regionais”, afirmou o ministro da Sáude. José Gomes Temporão destacou os avanços feitos na área da Saúde em municípios do semi-árido como uma queda de 44 % nas internações por desnutrição em hospitais da região de crianças de até 1 ano. Os dados são referentes ao período entre 1995 e 2005. O presidente Lula, entretanto, admite que é preciso trabalhar mais para mudar a situação do Semi-árido. “Já fizemos muito, mas precisamos consolidar o que falta fazer”, relatou.
A região do Semi-árido agrega cerca de 13 milhões de crianças e adolescentes, e 95 % dos municípios da região tem uma taxa de mortalidade infantil superior a média nacional. Cerca de 16 mil crianças morrem antes de completar um ano de vida. O Pacto foi lançado em junho de 2004 e desde então promoveu a articulação de políticas na área de nutrição, saúde, educação e proteção especial à criança e ao adolescente do Semi-árido.
A cerimônia de hoje contou com a presença do governador de Sergipe, Marcelo Deda, da Paraíaba, Cássio Cunha Lima, e da Bahia, Jaques Wagner. O vice-governador do Rio Grande do Norte, iberê Camargo também esteve no evento. Dentre os ministros, estiveram o da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, do Esporte, Orlando Silva, do Meio Ambiente, Marina Silva, da Secretaria de Políticas de Promoção da igualdade Racial, Matilde Ribeiro. A senadora Patrícia Saboya e a deputada Maria do Rosário também marcaram presença como coordenadoras da bancada em defesa da criança e do adolescente. E ainda a representante da Unicef no Brasil, Marie Perrie Poirier.
(por Liana Gesteira)