Piauí. Bolsa Família no Estado atenderia mais de 375 mil famílias.
A Politica Real teve acesso.
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(Brasília-DF, 22/06/2007) A Política Real teve acesso. Sobre os resultados da Pesquisa Nacional por Amostragem Domiciliar (Pnad), informando que 62% dos piauienses estariam em situação de insegurança alimentar, a Coordenadoria de Segurança Alimentar , do Piauí, informa que os dados são referentes ao ano de 2004 e que a realidade atual é bem diferente.
Em 2004, pouco mais de 15 mil famílias no Piauí eram atendidas pelo Bolsa Família, o principal programa de transferência de renda do Governo Federal, apesar do IBGE identificar 254 mil famílias em situação de risco alimentar. Mas em julho de 2006, o Bolsa Família foi universalizado no Estado, superando a marca de 260 mil famílias atendidas. Atualmente, o programa chega a 375.702 lares piauienses.
Por lógica, todas as famílias identificadas em 2004 pelo Pnad como em situação de risco alimentar atualmente estão contempladas com o Bolsa Família. Desta forma, os índices relativos à segurança alimentar no Piauí em 2007 estariam em uma situação muito mais favorável do que a encontrada há três anos.
Paralelamente, os governos Federal e Estadual agora se empenham em garantir as condições para emancipação dos beneficiados pelo programa para que não necessitem do auxílio do Governo para ter acesso ao direito básico à alimentação.
( da redação com informações de assessoria)
Em 2004, pouco mais de 15 mil famílias no Piauí eram atendidas pelo Bolsa Família, o principal programa de transferência de renda do Governo Federal, apesar do IBGE identificar 254 mil famílias em situação de risco alimentar. Mas em julho de 2006, o Bolsa Família foi universalizado no Estado, superando a marca de 260 mil famílias atendidas. Atualmente, o programa chega a 375.702 lares piauienses.
Por lógica, todas as famílias identificadas em 2004 pelo Pnad como em situação de risco alimentar atualmente estão contempladas com o Bolsa Família. Desta forma, os índices relativos à segurança alimentar no Piauí em 2007 estariam em uma situação muito mais favorável do que a encontrada há três anos.
Paralelamente, os governos Federal e Estadual agora se empenham em garantir as condições para emancipação dos beneficiados pelo programa para que não necessitem do auxílio do Governo para ter acesso ao direito básico à alimentação.
( da redação com informações de assessoria)