Rio Grande do Norte. Wilma de Faria recebe estudo sobre a matriz energética do Estado.
A Politica Real teve acesso.
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( Brasília-DF, 06/06/2007) A Política Real teve acesso. A governadora Wilma de Faria recebeu oficialmente hoje pela manhã, no auditório da Fiern, o Balanço Energético 2006 e um estudo sobre a matriz energética do Rio Grande do Norte. O documento foi elaborado pela Universidade de São Paulo, em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte e Universidade Federal do Rio de Janeiro, com patrocínio da Petrobras, por solicitação do Governo do Estado.
“Contamos, a partir de agora, com um importante instrumento para o desenvolvimento de ações, projetos e programas na área de energia”, salientou a governadora Wilma de Faria, após receber o estudo pelas mãos do gerente da Petrobras na área de suporte técnico, Fernando Ribeiro. Segundo a governadora, o levantamento realizado por técnicos especializados, com apoio da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico e Secretaria Estadual de Energia, representa uma importante ferramenta para o desenvolvimento social e econômico de forma sustentável do Rio Grande do Norte.
O estudo apresenta informações sobre estimativas de consumo e o potencial de geração de energia elétrica até o ano de 2030. De todas as áreas contempladas pela Agenda do Crescimento, o setor de energia é o que mais deve receber injeção de recursos públicos e privados. Até 2010, os investimentos previstos nas áreas de petróleo, energia e gás devem somar cerca de R$ 6,2 bilhões, contribuindo para que o Estado passe de importador para auto-suficiente e exportador de energia.
“Com este estudo, iniciamos um trabalho de planejamento energético no Rio Grande do Norte que será vanguarda em todo o país”, informou o secretário extraordinário de Energia, Tibúrcio Batista. Segundo ele, para elaborar projeções para o futuro é preciso trabalhar com cenários diversos que devem ser corrigidos constantemente. Daí a necessidade desse trabalho ter continuidade.
A expectativa do Governo do Estado é de que até 2010, com a implantação da usina termelétrica Termoaçu e das usinas eólicas, o Rio Grande do Norte torne-se auto-suficiente na geração de energia. Os investimentos previstos para a construção dessas usinas serão superiores a R$ 3 bilhões e, juntas, elas devem gerar mais de 720 megawatts de energia. Atualmente o consumo total do Estado é de aproximadamente 500 megawatts.
O representante da Petrobras no evento, Fernando Ribeiro, destacou como importante vetor para o desenvolvimento a diversidade energética do Rio Grande do Norte, que envolve petróleo, gás natural, energia eólica e outras fontes renováveis. “O Rio Grande do Norte pode se firmar como um pólo de desenvolvimento nesta área”, disse
Com previsão para ser concluída em março de 2008, a Termoaçu vai gerar 340 megawatts de energia na primeira fase de implantação, o suficiente para atender 60% da demanda do Rio Grande do Norte. O investimento para a obra, que está gerando cerca de 2.000 empregos diretos (incluindo a implantação das linhas de transmissão de energia), é de aproximadamente R$ 735 milhões. Outras obras são as de implantação das usinas eólicas, sendo a de Rio do Fogo, a primeira a entrar em funcionamento. A unidade, que custou cerca de R$ 178,5 milhões, já está gerando 49,3 megawatts de energia. Outras três usinas do gênero devem ser construídas nos próximos anos.
De acordo com o coordenador de Desenvolvimento Energético da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, Josildo Lourenço, atualmente o consumo total do Estado é de aproximadamente 500 megawatts. Ele lembre que além das usinas eólicas e termelétrica, o Estado possui outras fontes de energia, como o gás natural, que já vem sendo utilizado como fonte energética por 20 indústrias beneficiadas pelo programa Progás.
O levantamento das informações do Balanço foi coordenado pela UFRN, Universidade de São Paulo – USP e Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ em parceria com o Governo do Estado, através da Sedec, em convênio com a Petrobras e Termoaçu. A apresentação dos dados integra a programação do Seminário Diversificação energética: uma estratégia de desenvolvimento para o Rio Grande do Norte promovido pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN com o apoio do Governo do Estado.
( da redação com informações de assessoria)
“Contamos, a partir de agora, com um importante instrumento para o desenvolvimento de ações, projetos e programas na área de energia”, salientou a governadora Wilma de Faria, após receber o estudo pelas mãos do gerente da Petrobras na área de suporte técnico, Fernando Ribeiro. Segundo a governadora, o levantamento realizado por técnicos especializados, com apoio da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico e Secretaria Estadual de Energia, representa uma importante ferramenta para o desenvolvimento social e econômico de forma sustentável do Rio Grande do Norte.
O estudo apresenta informações sobre estimativas de consumo e o potencial de geração de energia elétrica até o ano de 2030. De todas as áreas contempladas pela Agenda do Crescimento, o setor de energia é o que mais deve receber injeção de recursos públicos e privados. Até 2010, os investimentos previstos nas áreas de petróleo, energia e gás devem somar cerca de R$ 6,2 bilhões, contribuindo para que o Estado passe de importador para auto-suficiente e exportador de energia.
“Com este estudo, iniciamos um trabalho de planejamento energético no Rio Grande do Norte que será vanguarda em todo o país”, informou o secretário extraordinário de Energia, Tibúrcio Batista. Segundo ele, para elaborar projeções para o futuro é preciso trabalhar com cenários diversos que devem ser corrigidos constantemente. Daí a necessidade desse trabalho ter continuidade.
A expectativa do Governo do Estado é de que até 2010, com a implantação da usina termelétrica Termoaçu e das usinas eólicas, o Rio Grande do Norte torne-se auto-suficiente na geração de energia. Os investimentos previstos para a construção dessas usinas serão superiores a R$ 3 bilhões e, juntas, elas devem gerar mais de 720 megawatts de energia. Atualmente o consumo total do Estado é de aproximadamente 500 megawatts.
O representante da Petrobras no evento, Fernando Ribeiro, destacou como importante vetor para o desenvolvimento a diversidade energética do Rio Grande do Norte, que envolve petróleo, gás natural, energia eólica e outras fontes renováveis. “O Rio Grande do Norte pode se firmar como um pólo de desenvolvimento nesta área”, disse
Com previsão para ser concluída em março de 2008, a Termoaçu vai gerar 340 megawatts de energia na primeira fase de implantação, o suficiente para atender 60% da demanda do Rio Grande do Norte. O investimento para a obra, que está gerando cerca de 2.000 empregos diretos (incluindo a implantação das linhas de transmissão de energia), é de aproximadamente R$ 735 milhões. Outras obras são as de implantação das usinas eólicas, sendo a de Rio do Fogo, a primeira a entrar em funcionamento. A unidade, que custou cerca de R$ 178,5 milhões, já está gerando 49,3 megawatts de energia. Outras três usinas do gênero devem ser construídas nos próximos anos.
De acordo com o coordenador de Desenvolvimento Energético da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, Josildo Lourenço, atualmente o consumo total do Estado é de aproximadamente 500 megawatts. Ele lembre que além das usinas eólicas e termelétrica, o Estado possui outras fontes de energia, como o gás natural, que já vem sendo utilizado como fonte energética por 20 indústrias beneficiadas pelo programa Progás.
O levantamento das informações do Balanço foi coordenado pela UFRN, Universidade de São Paulo – USP e Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ em parceria com o Governo do Estado, através da Sedec, em convênio com a Petrobras e Termoaçu. A apresentação dos dados integra a programação do Seminário Diversificação energética: uma estratégia de desenvolvimento para o Rio Grande do Norte promovido pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN com o apoio do Governo do Estado.
( da redação com informações de assessoria)