Nordeste e os Governadores. A Política Real já tinha informado que Alagoas teria dificuldades com endividamento.
Na reunião dos governadores nordestinos limite de endividamento foi tratado, reavaliado e redefinido.
por Genésio Junior.
( Brasília-DF, 06/06/2007) A Política Real acompanhou as duas últimas reuniões dos governadores do Nordeste, uma em João Pessoa e a mais recente, dia 25, em Fortaleza. Na última, os governadores da região conseguiram o compromisso de alargarem suas faixas de endividamento para constrações com aval do Governo Federal, especialmente. O compromisso foi dado pelo ministro Guido Mantega, da Fazenda, presente ao encontro.
Na reunião de Fortaleza, que o usuário e cliente da agência poderá consultar a partir de um acesso no busca deste site - com a inserção sugerida de “Nordeste e os Governadores” - os dois principais ganhos políticos contabilizados pelos chefes de executivo estaduais foram uma “Sudene robusta” e o alargamento no endividamento dos estados face eles terem cumprindo, antes do tempo acertado, ainda em 1.997, as metas de redução de seus encargos numa relação com a receita corrente líquida anual. O único estado que não tinha atingido esta meta, na região, era Alagoas. O governador Teotônio Vilela Filho, de Alagoas, que foi a Fortaleza mesmo vivendo o tiroteio político do caso “Operação Navalha”, deixou o encontro antes da coletiva. O anfitrião, governador Cid Gomes, do Ceará, disse que “ele tinha pego uma carona”. Agora fica evidente, mais ainda, que a saída e Vilela do encontro era uma demonstração de que ele não teria muito a comemorar.
Com as confirmações de alguns jornais nacionais, a partir de declaração feita por Guido Mantega sobre o compromisso feito ainda em maio aos nordedinos - ficou evidente, também, que a iniciativa de Fortaleza acabou servindo para o resto do Brasil.
Os movimentos nordestinos ainda são visto por setores da sociedade brasileira como periféricos, porém o subúrbio tem seus luxos.
( por Genésio Araújo Junior, coordenador editor)