31 de julho de 2025

Ceará. Fortaleza diz quais são os seus preços para construção civil.

Iniciativa procura por limites ao avanços.

Publicado em
(Brasília-DF, 06/06/2007) A Política Real teve acesso. A Prefeitura de Fortaleza “reafirma sua transparência e confere maior agilidade aos processos de licitação, já que os valores serão os máximos estabelecidos”. A intenção da PMF é clara para o Mercado. Como publicou hoje a Política Real, os preços da construção civil vêm evoluindo marcadamente em Fortaleza e com esta atitude a Municipalidade quer dar um freio imopondo uma tabela.


A tabela oficial de preços da construção civil da Prefeitura de Fortaleza foi atualizada pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Infra-Estrutura (Seinf) e já está disponível para consulta no site www.seinf.fortaleza.ce.gov.br, na barra superior da primeira página. A tabela de preços é uma importante ferramenta para as empresas, pois norteia os processos de licitação do Município.

Além da tabela completa – que especifica todos os custos com obras, como material, serviços e documentação – está disponível também uma versão resumida. Ambas se encontram em formato PDF. A novidade é a consulta on-line, através da qual o internauta poderá fazer a pesquisa por tema de forma mais rápida e objetiva.

Ao disponibilizar as informações atualizadas, a Prefeitura reafirma a importância da transparência e confere maior agilidade aos processos de licitação, já que todas as obras e serviços da construção civil a serem executados pelos órgãos municipais já terão valores máximos estabelecidos.

A tabela também irá subsidiar o Programa de Melhoria da Qualidade de Obras Públicas da Prefeitura de Fortaleza (Qualifor), que foi lançado em março de 2007 para estabelecer a padronização de rotina, assim como aumentar a eficiência na fiscalização e no acompanhamento das obras contratadas pela Prefeitura.


Nordeste e a Construção Civil. Região continua com os menores custos mas evolução nos últimos meses chama atenção.

Em maio, Índice Nacional da Construção Civil varia 0,90%


( Brasília-DF, 06/06/2007) A Política Real teve acesso. O Índice Nacional da Construção Civil, calculado pelo IBGE em convênio com a Caixa Econômica Federal – divulgado agora há pouco - teve variação de 0,90% em maio e avançou 0,49 ponto percentual em relação a abril (0,41%). Este resultado foi pressionado pelos reajustes salariais ocorridos em vários estados. No acumulado no ano, o índice ficou em 2,62% e, nos últimos 12 meses, em 5,17%. Em comparação com maio de 2006 (1,20%), o índice atual ficou abaixo 0,30 ponto percentual.

O custo nacional por metro quadrado passou de R$ 580,75 em abril para R$ 585,96 em maio, sendo R$ 335,94 relativos aos materiais e R$ 250,02 à mão-de-obra.

A parcela dos materiais teve variação de 0,13% em maio, contra 0,36% de abril. A mão-de-obra avançou 1,48 ponto percentual, passando de 0,46% em abril, para 1,94% em maio. Os índices acumulados foram, no ano, de 1,68% (materiais) e 3,91% (mão-de-obra) e, nos últimos 12 meses, de 4,40% (materiais) e 6,24% (mão-de-obra).

Sudeste apresenta maior índice entre as regiões - Pressionado pelo Espírito Santo (2,75%) e por São Paulo (1,68%), o Sudeste teve o maior índice regional (1,19%) em maio. Ainda acima da média nacional (0,90%), ficou o Sul, com variação de 0,94% em maio.

As demais variações regionais ficaram abaixo do índice nacional: Centro-Oeste (0,69%), Nordeste (0,66%) e Norte (0,27%).

Na região Nordeste, foram registrados os acumulados mais elevados no ano (4,06%) e em 12 meses (6,88%).

Os custos regionais foram de R$ 624,10 (Sudeste), R$ 577,28 (Sul), R$ 567,12 (Norte), R$ 551,89 (Centro-Oeste) e R$ 551,16 (Nordeste).

Sergipe e Santa Catarina registraram as maiores altas entre os estados

Devido aos reajustes salariais das categorias profissionais da construção civil, o estado de Sergipe registrou o maior índice mensal (4,25%), seguido de Santa Catarina (3,01%).

Pelo mesmo motivo, outros estados também apresentaram índices elevados: Espírito Santo (2,75%, 1); Alagoas (2,31%, 1); São Paulo (1,68%) e Distrito Federal (1,64%).

O Ceará registrou os maiores acumulados no ano (6,34%) e em 12 meses (8,85%).

( da redação com informações de assessoria)