Ceará. Prefeita de Fortaleza diz que referendo não é perseguição.
A Política Real teve acesso.
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( Brasília-DF, 05/06/2007) A Política Real teve acesso. A Câmara Municipal de Fortaleza recebeu hoje, 05, Dia Mundial do Meio Ambiente, a prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins (PT) para explicar os motivos da proposta de referendo que confirmaria a autorizaào para instalar o Centro Empresarial Iguatemi na região do Parque do Cocó. Na ocasião, a prefeita destacou que não existe nenhuma questão política pessoal envolvida, “pois qualquer empreendimento nesse sentido mereceria a mesma resposta de nossa administração”. A Política Real questionou o senador Tasso Jereissati, principal acionista da iniciativa. Ele disse que via sinais de “perseguição política” na iniciativa da Prefeita da Capital.
Em sua exposição, a prefeita Luizianne Lins apontou diversas irregularidades na publicação no Diário Oficial do Decreto 20.253 de oito de setembro de 1989, que delimita a área de preservação ambiental do Parque do Cocó. “Essa é uma oportunidade única para que a Lei de Uso e Ocupação do Solo seja discutida, assim como a regulamentação do Parque do Cocó. A população e os poderes Executivo e Legislativo de Fortaleza estão querendo fazer essa discussão”, declarou.
Luizianne afirmou que a atual legislação municipal é permissiva e desatualizada. “A população desconhece a real localização do empreendimento, e precisa ser melhor informada. Não há questionamentos à obra em si, mas à sua localização às margens do Rio Cocó”, afirmou.
APOIO – O líder da prefeita na Câmara, vereador Guilherme Sampaio (PT) destacou que o referendo deve ter prioridade na atual sociedade contemporânea. “Esse debate da sustentabilidade precisa ser construído com qualidade”, afirmou. José Maria Pontes (PT) criticou a intransigência da direção do Iguatemi que impediu uma manifestação pacífica de crianças da Escola Vila, que estavam na calçada do shopping de mãos dadas. “Calçada não tem dono”, afirmou.
( da redação com informações de assessoria)
Em sua exposição, a prefeita Luizianne Lins apontou diversas irregularidades na publicação no Diário Oficial do Decreto 20.253 de oito de setembro de 1989, que delimita a área de preservação ambiental do Parque do Cocó. “Essa é uma oportunidade única para que a Lei de Uso e Ocupação do Solo seja discutida, assim como a regulamentação do Parque do Cocó. A população e os poderes Executivo e Legislativo de Fortaleza estão querendo fazer essa discussão”, declarou.
Luizianne afirmou que a atual legislação municipal é permissiva e desatualizada. “A população desconhece a real localização do empreendimento, e precisa ser melhor informada. Não há questionamentos à obra em si, mas à sua localização às margens do Rio Cocó”, afirmou.
APOIO – O líder da prefeita na Câmara, vereador Guilherme Sampaio (PT) destacou que o referendo deve ter prioridade na atual sociedade contemporânea. “Esse debate da sustentabilidade precisa ser construído com qualidade”, afirmou. José Maria Pontes (PT) criticou a intransigência da direção do Iguatemi que impediu uma manifestação pacífica de crianças da Escola Vila, que estavam na calçada do shopping de mãos dadas. “Calçada não tem dono”, afirmou.
( da redação com informações de assessoria)