Nordeste e a CPI do Apagão Aéreo. Marcelo Castro (PMDB-PI) quer encerrar disputa entre relatores do Senado e da Câmara.
CPI poderá viajar aos Estados Unidos para ouvir os pilotos do Legacy.
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(Brasília-DF, 05/04/2007) O presidente da CPI do Apagão Aéreo na Câmara, Marcelo Castro (PMDB-PI), informou há pouco que vai tentar amenizar os atritos ocorridos entre os relatores da Comissão nas duas Casas. “Vou procurar o relator Demóstenes Torres para conversar. Minha sugestão será para encerrar essa situação. Essa postura não serve à imagem do Congresso. Se continuar só vai trazer desgaste”, declarou Castro.
Na última semana Demóstenes Torres (DEM-GO), relator da CPI no Senado, e Marco Maia (PT-RS), relator da CPI na Câmara, trocaram acusações pela imprensa. “Se não é possível trabalhar afinado, que cada um respeite o trabalho do outro”, argumentou o deputado Marcelo Castro. O presidente fez uma boa avaliação das investigações feitas na Câmara mas admitiu que o ritmo do Senado é mais acelerado. “Fizemos um planejamento para 120 dias e o Senado fez um para 60 dias. Nosso ritmo é mais lento, mas estamos cumprindo rigorosamente nosso planejamento”, disse.
Questionado sobre a convocação dos pilotos do jatinho Legacy, principal suspeitos de serem os responsáveis pelo acidente segundo o relator Marco Maia, o presidente informou que o depoimento deles pode demorar. Segundo Castro, será preciso fazer outro requerimento para que a CPI possa ir aos Estados Unidos interrogar os envolvidos. “Os EUA não reconhecem a Comissão Parlamentar de Investigação como instituição judicial, provavelmente os pilotos não vão acatar convocação”, explicou. Desta forma será preciso aprovar um novo requerimento, o que vem atrasando o trabalho.
(por Liana Gesteira)
Na última semana Demóstenes Torres (DEM-GO), relator da CPI no Senado, e Marco Maia (PT-RS), relator da CPI na Câmara, trocaram acusações pela imprensa. “Se não é possível trabalhar afinado, que cada um respeite o trabalho do outro”, argumentou o deputado Marcelo Castro. O presidente fez uma boa avaliação das investigações feitas na Câmara mas admitiu que o ritmo do Senado é mais acelerado. “Fizemos um planejamento para 120 dias e o Senado fez um para 60 dias. Nosso ritmo é mais lento, mas estamos cumprindo rigorosamente nosso planejamento”, disse.
Questionado sobre a convocação dos pilotos do jatinho Legacy, principal suspeitos de serem os responsáveis pelo acidente segundo o relator Marco Maia, o presidente informou que o depoimento deles pode demorar. Segundo Castro, será preciso fazer outro requerimento para que a CPI possa ir aos Estados Unidos interrogar os envolvidos. “Os EUA não reconhecem a Comissão Parlamentar de Investigação como instituição judicial, provavelmente os pilotos não vão acatar convocação”, explicou. Desta forma será preciso aprovar um novo requerimento, o que vem atrasando o trabalho.
(por Liana Gesteira)