31 de julho de 2025

Nordeste e Industria

BA: Setor caiu 0,2 por cento comparado com fevereiro.

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( Brasília-DF, 09/05/2007) A Política Real teve acesso. Em março de 2007, a produção industrial da Bahia ajustada sazonalmente recuou 0,2% frente a fevereiro, após queda de 6,0% no mês anterior. No confronto com março de 2006, também foi registrada taxa negativa (-0,3%). O primeiro trimestre do ano mostrou crescimento de 2,0% em relação ao mesmo período do ano passado e de 3,1% na comparação com o trimestre imediatamente anterior (série com ajuste sazonal). A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos doze meses (2,0%), mostrou perda de ritmo frente ao resultado de fevereiro (2,6%). E o indicador de média móvel trimestral, entre os trimestres encerrados em fevereiro e março, avançou 1,7%, revertendo a queda de 0,5% assinalada no mês anterior
Na comparação com igual mês do ano passado, a indústria baiana mostrou variação negativa de 0,3%, com quatro dos nove setores industriais pesquisados assinalando recuo na produção. A maior contribuição negativa veio de refino de petróleo e produção de álcool (-4,1%), por conta da menor produção de nafta, e de querosene de aviação. Por outro lado, os principais impactos positivos foram verificados em alimentos e bebidas (4,5%), devido ao aumento na fabricação de farinhas e “pellets” da extração do óleo de soja, e óleo de soja em bruto; e borracha e plástico (18,9%), decorrente da maior fabricação de garrafões, garrafas e frascos de plásticos; e de embalagens de plástico para produtos alimentícios.
O indicador acumulado no ano cresceu 2,0%, com avanço na produção em seis das nove atividades investigadas. As maiores influências positivas vieram de alimentos e bebidas (17,8%), em função do aumento na produção dos mesmos produtos citados no indicador mensal; e de produtos químicos (2,9%), por conta da maior fabricação de polietileno de alta densidade, e octanol. Em sentido contrário, as principais pressões negativas vieram de refino de petróleo e produção de álcool (-3,0%) e de veículos automotores (-18,5%), por conta, respectivamente, da menor produção de nafta e óleo diesel; e automóveis.

( da redação com informações do IBGE)