Nordeste e Reforma Ministerial. PSB paraibano teria sido informado que decisão sobre o INSA teria sido técnica.
O PSB paraibano foi informado que a indicação do novo diretor geral do Instituto Nacional do Semi Árido foi técnica.
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( Brasília-DF, 21/05/2007) O PSB paraibano foi informado que a indicação do novo diretor geral do Instituto Nacional do Semi Árido foi técnica.
Quem informou a Política Real, demonstrando estranheza, foi o deputado Manoel Júnior(PSB-PB). A Política Real já tinha informado que tanto o referido parlamentar como o prefeito Ricardo Coutinho, de João Pessoa, ou o outro deputado federal do PSB, pelo Estado, Marcondes Gadelha, estavam insatisfeitos com a cúpula do PSB e externaram esta “indignação” durante a posse do economista Pedro Brito, na Secretaria de Portos da Presidência da República.
O deputado Manoel Junior disse à Política Real que seria “três pontos de constrangimento” que destacavam essa insatisfação dos socialistas no Estado:
A primeira teria sido o fato do Ministério da Ciência e Tecnologia, que é controlada pelo PSB, não ter consultado o Partido no Estado sobre nomes afinados com a legenda e que tivessem condições de encaminhar currículos para análise. A indicação do novo gestor do INSA foi a primeira do Governo Federal em terras paraibanas.
A segunda questão seria o constrangimento de tomar conhecimento do evento na véspera da posse do novo diretor, “pelos jornais”.
O tereceiro ponto foi o fato do nome indicado ser ligado aos adversários históricos do PSB, e ao grupo ligado ao presidente Lula e ao Governo Federal, no Estado.
Ele disse que Alexandre Navarro, dirigente do Partido e do MCT, lhe informou, e ao Partido, informalmente, que a indicação teria sido “técnica”, fruto de uma seleção entre 16 nomes.
Manoel Júnior disse a Política Real que tem formação técnica e fez diversos cursos de especialização e subsespecialização, porém, com “seis mandatos eletivos” sabe que se faz política com política.
( por Genésio Araújo Junior)
Quem informou a Política Real, demonstrando estranheza, foi o deputado Manoel Júnior(PSB-PB). A Política Real já tinha informado que tanto o referido parlamentar como o prefeito Ricardo Coutinho, de João Pessoa, ou o outro deputado federal do PSB, pelo Estado, Marcondes Gadelha, estavam insatisfeitos com a cúpula do PSB e externaram esta “indignação” durante a posse do economista Pedro Brito, na Secretaria de Portos da Presidência da República.
O deputado Manoel Junior disse à Política Real que seria “três pontos de constrangimento” que destacavam essa insatisfação dos socialistas no Estado:
A primeira teria sido o fato do Ministério da Ciência e Tecnologia, que é controlada pelo PSB, não ter consultado o Partido no Estado sobre nomes afinados com a legenda e que tivessem condições de encaminhar currículos para análise. A indicação do novo gestor do INSA foi a primeira do Governo Federal em terras paraibanas.
A segunda questão seria o constrangimento de tomar conhecimento do evento na véspera da posse do novo diretor, “pelos jornais”.
O tereceiro ponto foi o fato do nome indicado ser ligado aos adversários históricos do PSB, e ao grupo ligado ao presidente Lula e ao Governo Federal, no Estado.
Ele disse que Alexandre Navarro, dirigente do Partido e do MCT, lhe informou, e ao Partido, informalmente, que a indicação teria sido “técnica”, fruto de uma seleção entre 16 nomes.
Manoel Júnior disse a Política Real que tem formação técnica e fez diversos cursos de especialização e subsespecialização, porém, com “seis mandatos eletivos” sabe que se faz política com política.
( por Genésio Araújo Junior)