Nordeste e Operação Navalha. José Reinaldo disse que Gautama não ganhou licitação para obra inconclusa e divulgada
Ele disse que comproou o carro C 5 com recursos prórios e que isto consta no imposto de renda.
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( Brasília-DF, 21/05/2007) A Política Real teve acesso. O ex-governador do Maranhão, José Reinaldo Tavares, disse agora há logo após suas declarações à ministra Eliana Calmon, do STJ, que não se sente perseguido por ter sido preso na Operação Gautama ,mesmo tendo sido pedida sua prisão num momento em que ele não exerce mais cargo político e, em tese, não podendo intervir nas investigações.
- Isso faz parte do jogo político – disse. Por outro lado ele acredita que foi colocado nessa situação face a uma ação do grupo político que lhe é adverso, o Grupo Sarney, como se diz no Maranhão.
Ele disse que a obra que dizem incompleta, de uma ponte, não foi vencida nem pela Gautama e nem pela Queiroz Galvão, já citadas pela imprensa, e que o veículo C5, da Cotröen, que lhe teria sido dado como propina lhe pertence sim mais foi pago com recursos próprios como pode provar sua declaração de imposto de renda.
( da redação)
- Isso faz parte do jogo político – disse. Por outro lado ele acredita que foi colocado nessa situação face a uma ação do grupo político que lhe é adverso, o Grupo Sarney, como se diz no Maranhão.
Ele disse que a obra que dizem incompleta, de uma ponte, não foi vencida nem pela Gautama e nem pela Queiroz Galvão, já citadas pela imprensa, e que o veículo C5, da Cotröen, que lhe teria sido dado como propina lhe pertence sim mais foi pago com recursos próprios como pode provar sua declaração de imposto de renda.
( da redação)