Paraíba. Ministério Público move ações contra prefeitos por nepotismo.
O promotor Aldenor Medeiros entra com ações civis públicas.
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(João Pessoa-PB, 21/05/2007) O promotor Aldenor Medeiros entra com ações civis públicas na justiça contra três prefeitos e os presidentes de Câmaras dos municípios que integram a Comarca de Pilar, na região do Baixo Paraíba (Pilar, São José dos Ramos e São Miguel de Itaipu) por prática de nepotismo.
No ano passado, o promotor havia dado um prazo para que os gestores exonerassem os parentes contratados para cargos comissionados das prefeituras e Câmaras municipais.
Os prefeitos José Benício de Araújo Filho (Pila), Marcilene Sales da Costa (São Miguel de Itaipu) e Antonio Azenildo de Araújo Ramos (São José dos Ramos) simplesmente ignoraram a recomendação do Ministério Público estadual. Por esse motivo, o promotor deu novo prazo e tudo permaneceu como estava.
José Benício (DEM), Marcilene Costa (PT) e Antônio Azenildo (PMDB) continuaram com os parentes . Os três juntos empregaram cerca de 40 ou mais familiares. Sendo que, somente a petista, tem 15 parentes dela e do namorado na administração municipal e na Câmara.
Terminados os prazos, Aldenor Medeiros, não teve outra alternativa, senão ingressar com ações civis públicas.
(Da redação)
No ano passado, o promotor havia dado um prazo para que os gestores exonerassem os parentes contratados para cargos comissionados das prefeituras e Câmaras municipais.
Os prefeitos José Benício de Araújo Filho (Pila), Marcilene Sales da Costa (São Miguel de Itaipu) e Antonio Azenildo de Araújo Ramos (São José dos Ramos) simplesmente ignoraram a recomendação do Ministério Público estadual. Por esse motivo, o promotor deu novo prazo e tudo permaneceu como estava.
José Benício (DEM), Marcilene Costa (PT) e Antônio Azenildo (PMDB) continuaram com os parentes . Os três juntos empregaram cerca de 40 ou mais familiares. Sendo que, somente a petista, tem 15 parentes dela e do namorado na administração municipal e na Câmara.
Terminados os prazos, Aldenor Medeiros, não teve outra alternativa, senão ingressar com ações civis públicas.
(Da redação)