31 de julho de 2025

Paraíba. Cássio retorna ao Estado e responde críticas da oposição.

O governador da Paraíba, Cássio Cunha Lima (PSDB) chegou à Paraíba, neste domingo.

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(João Pessoa-PB,21/05/2007) O governador da Paraíba, Cássio Cunha Lima (PSDB) chegou à Paraíba, neste domingo, após ter participado, no fim de semana, do Encontro de Governadores do Noroeste Argentino e do Nordeste Brasileiro, realizado em Tucumã, na Argentina.

Hoje, 21, o governador paraibano inaugurou obras de saneamento básico e aproveitou a ocasião para conceder entrevista coletiva à imprensa. Cássio respondeu a críticas feitas pelo prefeito de Campina Grande, Veneziano Vital do Rêgo (PMDB). O prefeito havia dito na semana passada que o governador ao procurar o senador José Maranhão (PMDB-PB) deveria também atender pedidos de audiência dos prefeitos da oposição.

O governador foi direto na resposta. Ele disse que até hoje não recebeu nenhuma solicitação de audiência de Veneziano e exigiu coerência da parte do prefeito.

“Em Campina Grande, o prefeito prefere fazer politicagem, e nunca me dirigiu um ofício pedindo recurso para fazer sequer um calçamento. Só agora tem uma única crítica: a falta de apoio a Micarande e ao São João, que não é apenas em relação a Campina Grande e, sim, ao Estado inteiro”, declarou.

Cássio lembrou que nas edições passadas da Micarande e do São João, o governo do Estado foi o maior patrocinador dos eventos, mas o prefeito sequer fez um agradecimento:

“Quando eu era prefeito de Campina Grande, sempre fiz Micarande e São João sem nenhum apoio do governo. E, o então vereador, Veneziano, não abria a boca para reclamar. Hoje, o que estou cobrando dele é coerência. Por outro lado, nos anos que apóie o evento, ele nunca soube reconhecer. Agora, que não podemos apoiar, ele reclama. É politicagem pura”, desabafou o governador.

Sobre a CPI dos medicamentos, proposta pela oposição na Assembléia Legislativa, o governador entende que a distribuição de remédios tem sido uma preocupação nacional. Ele disse ainda que o dinheiro repassado pelo Governo Federal é insuficiente:

“É preciso que a população saiba que falta recurso na saúde porque o Governo Federal não tem aplicado uma quantidade necessária para a saúde. Da mesma forma que o governo estadual não aplica o que é necessário à saúde por falta de meios, por falta de condições efetivas para que isso aconteça. É preciso que se tenha primeiro o compromisso com a verdade, esclarecer a informação correta à população e, ao invés de fazer proselitismo de blá blá blá, unir forças para solução do problema”, justificou.

(Da redação)