Nordeste e Telefonia. Nordeste continua sendo a região onde mais cresce o mercado de telefonia móvel.
Telefonia móvel cresce 0,71% e alcança 102,9 milhões de assinantes.
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(Brasília-DF, 18/05/2007) A Política Real teve acesso. Com 722.799 novas habilitações em abril, telefonia móvel alcança a marca de 102.875.236 milhões de assinantes, um acréscimo de 0,71% em relação ao mês de março. No primeiro quadrimestre deste ano, houve adesão de 2.956.615 novos assinantes ao Serviço Móvel Pessoal (SMP), o que representa um crescimento de 2,96% no período – resultado inferior aos 5,07% registrados nos quatro primeiros meses de 2006 quando ocorreram 4.373.851 novas adesões. Nos últimos 12 meses, o Brasil ganhou 12.291.049 novos assinantes, um crescimento de 13,57%, contra 27,96% de crescimento registrados de abril de 2005 a abril de 2007. A região Nordeste vem a ser a que mais evolui em teledensidade no períogo. A região já não é mais a de menor número de habitantes por telefone e deixou a região Norte em último.
Dos 102.875.236 acessos em serviço registrados ao final do segundo bimestre, 82.655.311 (80,35%) são pré-pagos e 20.219.925 (19,65%), pós-pagos. Ao término de dezembro de 2006, dos 99.918.621 acessos, 80.555.682 (80,62%) eram pré-pagos, e 19.362.939 (19,38%), pós-pagos. Esses dados indicam que o número de acessos pós-pagos cresceu 4,43%, contra um crescimento de 2,61% de terminais pré-pagos nos quatro primeiros meses do ano.
Os números mensais da telefonia móvel celular e a teledensidade devem estar disponíveis, hoje, no endereço eletrônico da Agência na Internet (www.anatel.gov.br), nos atalhos “Comunicação Móvel/Móvel Pessoal/Dados do SMC-SMP” e arquivos (em verde, na área central da página).
Teledensidade – Embora o número de adesões neste ano seja inferior ao registrado no mesmo período do ano anterior, a tendência de crescimento da teledensidade do serviço móvel no País continua em avanço. De um índice de 53,24 no encerramento de 2006, a densidade subiu para 54,57 em abril, um crescimento de 2,5%. Em relação a março, a densidade cresceu 0,59% (o índice era de 54,25). Nos últimos 12 meses, o crescimento foi de 12,01%. A teledensidade é o indicador utilizado internacionalmente para demonstrar o número de telefones em serviço em cada grupo de 100 habitantes.
O Distrito Federal (DF) é a unidade da federação que lidera com larga vantagem a teledensidade móvel brasileira, com um índice de 112,09 – ou seja, 1,12 telefone para cada habitante. Apesar de liderar o ranking de densidade, o DF sofreu um decréscimo nesse índice, quando comparado ao mês de março (que era de 112,34). Outros três Estados apresentaram decréscimo em comparação ao último mês. A maior redução ocorreu em Tocantins, que registrou uma queda de 1,06%. O DF registrou queda de 0,22%, seguido pelo Mato Grosso (queda de 0,16%) e pelo Espírito Santo (0,09%).
Em 2007, o Tocantins também apresentou uma redução da teledensidade (queda de 2,76%), seguido pelo Amapá (0,32%) e Acre (0,10%). Quando consideradas as variações da densidade de abril de 2006 a abril de 2007, as reduções ocorreram no Distrito Federal (queda de 5,41%) e no Amapá (queda de 2,72%).
A segunda melhor densidade no País (com índice de 69,85) continua com o Rio Grande do Sul, que mostrou um crescimento de 8,01% nos mesmos 12 últimos meses. O Rio de Janeiro, terceiro Estado em densidade (índice de 68,49), cresceu 6,77% no mesmo período. Em quarto no indicador, Mato Grosso do Sul (índice de 65,25) cresceu, embora timidamente, 2,34% em igual período.
NORDESTE - A Bahia ultrapassou o Piauí como a unidade da federação com o maior crescimento na densidade quando considerados um período de 12 meses. A Bahia registrou avanço de 27,92% no período, o que permitiu uma boa recuperação no indicador, que era de 30,87 em abril de 2006 e agora está em 39,49, ficando à frente de Roraima, cujo índice é de 36,02, Pará (índice de 34,66), Piauí (índice de 30,22) e Maranhão (índice de 21,88).
A manutenção do bom desempenho dos Estados do Nordeste confirma a boa recuperação da densidade em toda Região. Nos últimos 12 meses, a teledensidade cresceu 23,92%, alcançando o índice de 40,54, deixando o Norte com a menor densidade entre as regiões brasileiras, agora com índice de 38,44 e crescimento de 6,48% no mesmo período.
A Região Sudeste mantém a terceira posição no indicador (índice de 60,86 e crescimento de 11,51% nos últimos 12 meses), e continua atrás da Região Sul, que tem a segunda melhor densidade regional (índice de 63,06 e crescimento de 8,28% no período). O Centro-Oeste, que lidera o ranking do indicador por regiões com densidade de 70,65, registrou crescimento de apenas 1,87% nesse período.
Mercado – A prestadora Vivo permanece na liderança do mercado brasileiro de telefonia móvel, com 28,34% de participação – índice que traduz mais uma pequena redução em relação aos 28,42% registrados em março deste ano. A TIM mantém a segunda colocação no mercado e também teve redução na participação: de 25,77% em março para 25,71% em abril.
A Claro, a terceira, registra 24,24% do mercado (24,09% em março), seguida da Oi, que manteve em abril a mesma participação de fevereiro: 13,08%. Em quinto, a Telemig Celular/Amazônia Celular registra 4,63% (4,65% em março). A 14BrasilTelecom GSM tem 3,57% (3,56% em março) e a CTBC Telecom Celular, 0,34% (0,35% em fevereiro), enquanto a Sercomtel Celular manteve os 0,09% registrados no mês anterior.
A tecnologia GSM continua em expansão e na liderança do mercado, com 68.604.026 acessos, ou 66,69% do total. A tecnologia CDMA tem 25.299.719 acessos (24,59%) e a TDMA, 8.919.923 (8,67%). A tecnologia analógica AMPS possui apenas 51.568 acessos (0,05% do total).
( da redação com informações de assessoria)
Dos 102.875.236 acessos em serviço registrados ao final do segundo bimestre, 82.655.311 (80,35%) são pré-pagos e 20.219.925 (19,65%), pós-pagos. Ao término de dezembro de 2006, dos 99.918.621 acessos, 80.555.682 (80,62%) eram pré-pagos, e 19.362.939 (19,38%), pós-pagos. Esses dados indicam que o número de acessos pós-pagos cresceu 4,43%, contra um crescimento de 2,61% de terminais pré-pagos nos quatro primeiros meses do ano.
Os números mensais da telefonia móvel celular e a teledensidade devem estar disponíveis, hoje, no endereço eletrônico da Agência na Internet (www.anatel.gov.br), nos atalhos “Comunicação Móvel/Móvel Pessoal/Dados do SMC-SMP” e arquivos (em verde, na área central da página).
Teledensidade – Embora o número de adesões neste ano seja inferior ao registrado no mesmo período do ano anterior, a tendência de crescimento da teledensidade do serviço móvel no País continua em avanço. De um índice de 53,24 no encerramento de 2006, a densidade subiu para 54,57 em abril, um crescimento de 2,5%. Em relação a março, a densidade cresceu 0,59% (o índice era de 54,25). Nos últimos 12 meses, o crescimento foi de 12,01%. A teledensidade é o indicador utilizado internacionalmente para demonstrar o número de telefones em serviço em cada grupo de 100 habitantes.
O Distrito Federal (DF) é a unidade da federação que lidera com larga vantagem a teledensidade móvel brasileira, com um índice de 112,09 – ou seja, 1,12 telefone para cada habitante. Apesar de liderar o ranking de densidade, o DF sofreu um decréscimo nesse índice, quando comparado ao mês de março (que era de 112,34). Outros três Estados apresentaram decréscimo em comparação ao último mês. A maior redução ocorreu em Tocantins, que registrou uma queda de 1,06%. O DF registrou queda de 0,22%, seguido pelo Mato Grosso (queda de 0,16%) e pelo Espírito Santo (0,09%).
Em 2007, o Tocantins também apresentou uma redução da teledensidade (queda de 2,76%), seguido pelo Amapá (0,32%) e Acre (0,10%). Quando consideradas as variações da densidade de abril de 2006 a abril de 2007, as reduções ocorreram no Distrito Federal (queda de 5,41%) e no Amapá (queda de 2,72%).
A segunda melhor densidade no País (com índice de 69,85) continua com o Rio Grande do Sul, que mostrou um crescimento de 8,01% nos mesmos 12 últimos meses. O Rio de Janeiro, terceiro Estado em densidade (índice de 68,49), cresceu 6,77% no mesmo período. Em quarto no indicador, Mato Grosso do Sul (índice de 65,25) cresceu, embora timidamente, 2,34% em igual período.
NORDESTE - A Bahia ultrapassou o Piauí como a unidade da federação com o maior crescimento na densidade quando considerados um período de 12 meses. A Bahia registrou avanço de 27,92% no período, o que permitiu uma boa recuperação no indicador, que era de 30,87 em abril de 2006 e agora está em 39,49, ficando à frente de Roraima, cujo índice é de 36,02, Pará (índice de 34,66), Piauí (índice de 30,22) e Maranhão (índice de 21,88).
A manutenção do bom desempenho dos Estados do Nordeste confirma a boa recuperação da densidade em toda Região. Nos últimos 12 meses, a teledensidade cresceu 23,92%, alcançando o índice de 40,54, deixando o Norte com a menor densidade entre as regiões brasileiras, agora com índice de 38,44 e crescimento de 6,48% no mesmo período.
A Região Sudeste mantém a terceira posição no indicador (índice de 60,86 e crescimento de 11,51% nos últimos 12 meses), e continua atrás da Região Sul, que tem a segunda melhor densidade regional (índice de 63,06 e crescimento de 8,28% no período). O Centro-Oeste, que lidera o ranking do indicador por regiões com densidade de 70,65, registrou crescimento de apenas 1,87% nesse período.
Mercado – A prestadora Vivo permanece na liderança do mercado brasileiro de telefonia móvel, com 28,34% de participação – índice que traduz mais uma pequena redução em relação aos 28,42% registrados em março deste ano. A TIM mantém a segunda colocação no mercado e também teve redução na participação: de 25,77% em março para 25,71% em abril.
A Claro, a terceira, registra 24,24% do mercado (24,09% em março), seguida da Oi, que manteve em abril a mesma participação de fevereiro: 13,08%. Em quinto, a Telemig Celular/Amazônia Celular registra 4,63% (4,65% em março). A 14BrasilTelecom GSM tem 3,57% (3,56% em março) e a CTBC Telecom Celular, 0,34% (0,35% em fevereiro), enquanto a Sercomtel Celular manteve os 0,09% registrados no mês anterior.
A tecnologia GSM continua em expansão e na liderança do mercado, com 68.604.026 acessos, ou 66,69% do total. A tecnologia CDMA tem 25.299.719 acessos (24,59%) e a TDMA, 8.919.923 (8,67%). A tecnologia analógica AMPS possui apenas 51.568 acessos (0,05% do total).
( da redação com informações de assessoria)