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  • 11/06/2024 06h50

    Conselho de Segurança da ONU aprova resolução em que se aplica cessar fogo em Gaza e libertação dos reféns; proposta foi defendida pelo EUA e teve abstenção da Rússia

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    Foto: UN Photo/Eskinder Debebe

    Vista do Conselho de Segurança da ONU enquanto os membros votam a favor do projeto de resolução sobre a situação em Gaza.

    ( Publicada originalmente às 20h 00 do dia 10/06/2024) 

    (Brasília-DF, 11/06/2024) Novidade vinda das Nações Unidas.  Nesta segunda-feira, 10, o Conselho de Segurança das Organizações das Nações Unidas(ONU) aprovou por 14 votos a favor e a abstenção da Rússia uma resolução redigida pelos Estados Unidos que acolhe proposta de cessar-fogo anunciada em 31 de maio pelo governo americano.

    A resolução afirma que negociação foi aceita por Israel e insta o Hamas a também acatá-la. O documento também pede que as partes a implementem seus termos imediatamente e sem condições.

    Condições da resolução

    O texto prevê três fases para o cessar-fogo, começando pelo fim da violência, a libertação dos reféns, retirada das forças israelenses de áreas populosas de Gaza e autorização para que os palestinos retornem às suas casas no enclave.

    O período inicial também prevê a distribuição eficaz de ajuda humanitária em Gaza, incluindo unidades habitacionais fornecidas pela comunidade internacional.

    A resolução enfatiza que o cessar-fogo deve continuar enquanto as negociações prosseguirem. O texto ainda ressalta a importância de as partes aderirem aos termos da proposta e conclama todos os Estados-membros e a própria ONU a apoiar sua implementação.

    Solução negocada

    A resolução também rejeita qualquer tentativa de mudança demográfica ou territorial em Gaza e reitera o compromisso com a visão de uma solução de dois Estados, onde Israel e Palestina vivam lado a lado em paz, com fronteiras seguras e reconhecidas, de acordo com o direito internacional e resoluções relevantes da ONU.

    A decisão sublinha a importância da unificação de Gaza e da Cisjordânia sob a Autoridade Palestina e afirma que a ONU continuará monitorando a situação de perto.

    ( da redação com informações de assessoria. Edição: Política Real.)


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