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  • Contato Brasil, 23 de janeiro de 2021 04:48:46
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  • 14/01/2021 08h03

    VACINA: João Dória, depois que Bolsonaro ironizou efeito global da coronaVac, diz que ele deveria comemorar nova vacina; Dória diz que Bolsonaro brinca de ser presidente

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    Foto: Arquivo da Política Real

    João Dória e Jair Bolsonaro não param de se estranhar

    ( Publicada originalmente às 16h28 do dia 13/01/2021) 

    (Brasília-DF, 14/01/2021) O governador de São Paulo, João Dória(PSDB), fez publicação em sua conta no Twitter nesta tarde, 13, lamentando a posição do presidente Jair Bolsonaro que ironizou os efeitos globais da vacina coronaVac, que chegou a 50,38%, em declaração a seus apoiadores à porta do Alvorada.  Dória disse que Bolsonaro deveria comemorar imunizante eficaz contra o novo coronavirus, e que Bolsonaro brincava de ser presidente.

    “Lamentável a declaração do presidente Bolsonaro sobre a vacina do Butantan. Ao invés de comemorar o fato do Brasil ter um imunizante seguro e eficaz para combater a pandemia, ele ironiza a vacina. Enquanto brasileiros perdem vidas e empregos, Bolsonaro brinca de ser Presidente.

    Como foi

    A Política Real publicou mais cedo boa parte dos diálogos do Presidente Bolsonaro com seus apoiadores à porta do Palácio do Alvotarada, quando ele deixava a residência oficial da Presidência da República para seguir ao Palácio do Planalto onde cumpriu agenda nesta quarta-feira,13.

    “Essas de 50% é uma boa, ou não? [Não, dizem os apoiadores] O que eu apanhei por causa disso, agora está vindo a verdade. Fiquei quatro meses apanhando por conta da vacina. Entre eu e a vacina, tem a Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária]. Eu não sou irresponsável, não estou afim de agradar quem quer que seja. Não, quem vai [autorizar], a vacina que passar pela Anvisa. Pode ser [qualquer uma], seja qual for. Passou por lá, já temos, já assinei um crédito de R$ 20 bilhões para comprar isso daí. [Presidente, só vou tomar quando você tomar, fala uma apoiadora] Já fui infectado. [Eu também!]”, diz Bolsonaro em conversa com seus militantes repercutindo a informação de que a vacina produzida pelo laboratório chinês Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan ligado ao governo de São Paulo alcançou a eficácia mínima para evitar a propagação do covid em casos de pessoas que não desenvolvem os sintomas das doenças.

    ( da redação com informações de redes sociais. Edição: Genésio Araújo Jr)