- Cadastre-se
- Equipe
- Contato Brasil, 11 de maio de 2025 07:05:11
( Publicada originalmente às 11h 58 do dia 01/09/2020)
(Brasília-DF, 02/09/2020) O IBGE(Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou nesta terça-feira, 1º, o tamanho do “tombo” que levou a economia brasileira ao final do segundo trimestre de 2020 por conta da crise da pandemia do covid-19. A retração foi de -9.7%, comparado com os primeios três meses deste ano.
Se comparado ao primeiro trimestre de 2019 a queda foi de -11,4%. Esses são recuos históricos, e nunca ocorreram desde quando esssa medições foram iniciada em 1996. No acumulado dos quatro trimestres terminados em junho, houve queda de 2,2% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores.
O PIB do no segundo trimestre de 2020 totalizou R$ 1,653 trilhão, sendo R$ 1,478 trilhão em Valor Adicionado (VA) a preços básicos e R$ 175,4 bilhões em Impostos sobre Produtos líquidos de Subsídios.
A taxa de investimento no segundo trimestre de 2020 foi de 15,0% do PIB, ficando abaixo da observada no mesmo período de 2019 (15,3%).
O PIB, no 1º semestre de 2020, caiu 5,9% em relação a igual período de 2019. Nesta comparação, houve desempenho positivo para a Agropecuária (1,6%) e quedas na Indústria (-6,5%) e nos Serviços (-5,9%). O material de apoio das Contas Nacionais Trimestrais está à direita.
2º Trimestre
Entre os segmentos, a maior queda foi na Indústria (-12,3%), seguida por Serviços (-9,7%). A Agropecuária apresentou variação positiva de 0,4%.
Entre as atividades industriais, destacam-se as quedas nas Indústrias de Transformação (-17,5%), na Construção (-5,7%), na atividade de Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (-4,4%) e nas Indústrias Extrativas (-1,1%).
Nos Serviços, os resultados negativos foram: Outras atividades de serviços (-19,8%), Transporte, armazenagem e correio (-19,3%), Comércio (-13,0%), Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (-7,6%), Informação e comunicação (-3,0%). Por outro lado, houve resultado positivo nas Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (0,8%) e nas Atividades imobiliárias (0,5%). Pela ótica da despesa, a Formação Bruta de Capital Fixo (-15,4%), a Despesa de Consumo das Famílias (-12,5%) e a Despesa de Consumo do Governo (-8,8%) caíram em relação ao trimestre imediatamente anterior.
Já as Exportações de Bens e Serviços cresceram 1,8%, enquanto as Importações de Bens e Serviços recuaram 13,2% em relação ao primeiro trimestre de 2020.
PIB tem queda de 2,2% no acumulado em quatro trimestres
O PIB acumulado nos quatro trimestres terminados em junho de 2020 contraiu 2,2% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores. Esta taxa resultou do recuo de 2,1% do Valor Adicionado a preços básicos e de 3,0% nos Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios. O resultado do Valor Adicionado neste tipo de comparação decorreu dos seguintes desempenhos: Agropecuária (1,5%), Indústria (-2,5%) e Serviços (-2,2%).
Taxa de Investimento foi de 15% no 2º trimestre
A taxa de investimento no segundo trimestre de 2020 foi de 15,0% do PIB, se mantendo abaixo da observada no mesmo período do ano anterior (15,3%). Já a taxa de poupança foi de 15,5% contra 13,7% no mesmo período de 2019.
Primeiro semestre tem queda de 5,9% no PIB
O PIB no 1º semestre de 2020 caiu 5,9% em relação a igual período de 2019. Nesta base de comparação, houve desempenho positivo para a Agropecuária (1,6%). Na Indústria (-6,5%) e nos Serviços (-5,9%) o desempenho foi negativo.
PIB atinge 1,7 trilhão no segundo trimestre de 2020
O Produto Interno Bruto no segundo trimestre de 2020 totalizou R$ 1,653 trilhão, sendo R$ 1,478 trilhão em Valor Adicionado a preços básicos.
( da redação com informações de assessoria. Edição: Genésio Araújo Jr)