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  • Contato Brasil, 14 de novembro de 2019 01:17:52
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Nordestinas
  • 11/10/2019 15h56

    BRASIL/IGREJA: Papa Francisco e Igreja não são animigos do Brasil, diz VP Hamilton Mourão

    Ele deu coletiva em Roma
    foto: Twitter de Hamilton Mourão

    Mourão deu coletiva na Embaixada do Brasil em Roma

    (Brasília-DF, 11/10/2019) Num momento de tensão entre o Governo Federal e o Vaticano por cotna do Sínodo da Amazônia que está se dando neste mês de outubro em que a questão ambiental e dos povos da região tem sido colocados como prioridade pelo Papa Francisco, o Vice-Presidente da República, General Hamilton Mourão disse em entrevista coletiva em Roma, na Itália, onde cumpre agenda por conta da canonização da Santa Irmã Dulce dos Pobres, que o papa Francisco e a Igreja Católica não são inimigos do governo brasileiro.

    “A mensagem que quero passar é que a Amazônia brasileira é brasileira. É responsabilidade nossa preservá-la e protegê-la. Não queremos ser colocados como governo da motosserra, exterminador de indígena, não respeita os direitos humanos. É responsabilidade do governo, e mais ninguém, preservar e proteger a Amazônia”, afirmou.

    O vice-presidente foi questionado por jornalistas acerca de denúncias de lideranças indígenas sobre a posição do governo de não demarcar mais terras para essas populações. Mourão respondeu reiterando argumentos já apresentados pelo governo federal.

    “O Brasil tem 14% do seu território de terra indígena, uma quantidade expressiva. O número de indígenas não é tão grande. O que está demarcado tem que ser protegido. Temos tido dificuldade em razão dos incidentes de queimada, garimpo ilegal. Para depois ver se é o caso de novas demarcações”, assinalou.

    ROMA

    Mourão informou que além dos diálogos sobre o Sínodo e da cerimônia de canonização da Irmã Dulce, irá se reunir com empresas italianas e com representantes do governo italiano, tanto com o presidente, Sérgio Mattarella, quanto com o primeiro-ministro do país, Giuseppe Conte.

    “Não é pura e simplesmente viagem para o evento religioso, mas ter oportunidade de dialogar com pessoas que podem auxiliar o país, investir no país e fazer parte do papel diplomático. Acredito que no próximo ano, o presidente estará aqui na Itália”, adiantou.

    ( da redação com informações de agências. Edição: Genésio Araújo Jr)