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  • Contato Brasil, 14 de novembro de 2019 02:39:27
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Nordestinas
  • 13/09/2019 07h29

    COMENTÁRIO DO DIA: Vão-se se os anéis e ficam os dedos!

    Ouça o comentário da Política Real
    Foto: portal roma News

    Paulo Guedes fica; Marcos Cintra sai

    ( Publicada originalmente às 08h07 do dia 12/09/2019) 

    (Brasília-DF, 13/09/2019) A quarta-feira, meio da semana foi intensa.  A bancada nordestina se reuniu depois de muitos meses.

    Deixaram claro, em diversas convesas, que não vão aceitar retirada de recursos de fundos montados na época da Constituição 88, apesar de aceitaram desestatizações em alguns setores. QuerEm levar Paulo Guedes para falar com eles. O pessoal da micro-empresa se reuniu com o comando do Sebrae e também mandou avisar que não dava para descobrir um santo para cobrir outro.

    Todos os assuntos se voltavam para o Ministério da Economia e no início da tarde estava confirmada mais uma baixa no governo federal. O então secretário da Receita Federal, Marcos Cintra, perdeu o emprego. Do hospital, o Presidente Bolsonaro baixou a ordem.

    Tem gente poderosa respirando fundo....

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    COMENTÁRIO

    O economista Marcos Cintra Cavalcanti de Albuquerque é paulista mas seu nome  de família vem  dos qutrocentões pernambucanos. Ou se é Cavalcanti ou se se é cavalgado.

    Ele chegou ao Congresso como deputado federal em 1999 pelo antigo PFL, na onda dos tucanos, logo foi parar na Comissão de Reforma Tributária , defendia o Imposto Único. Formado em Harvard e vindo de São Paulo achava que era dono da bola. Nomes como Mussa Demes e Germano Righoto bambas do tributário dizuam que ele era um chato, diziam que ele não entendia de Brasil, que imposto único era coisa de país pequeno e não de um continente como o nosso.

    O homem reaparece como sercretário da Receita Federal do super liberal Paulo Guedes. Chegou a defender imposto nas igrejas, inclusive as evangélicas, quais o Presidente Jair Bolsonaro é parido.

    Logo se indispôs  com Rodrigo Maia. Ao ser exonerado da Receita Federal, na semana em que o ministro Paulo Guedes falou com detalhes de um imposto tipo CPMF, imposto do cheque, logo se especulou sobre sua queda.

    Cintra era cobrado no Planalto por não ter mão de ferro com o pessoal da Receita, que Bolsonaro quer controlar. O mesmo que está fazendo, ou tentando, na Polícia Federal e Ministério Público.

    Bolsonaro divulgou nota do hospital dizendo que o homem caiu por divergências sobre a reforma triburária, que CPMF ou aumento de carga tributária estavam fora de discussão.

    Para Bolsonaro é melhor demitir o chato do Marcus Cintra que o impertinente mas ainda indemissível Paulo Guedes.

    Para bom entendedor, meia palavra basta!

    Foi Genésio Araújo Jr, de Brasilia

    ( da redação)