31 de julho de 2025
Brasil e Economia

Comércio varejista recuou -0,01% em janeiro de 2025, informa IBGE, mas o comercio ampliado registrou alta de 2,3% em janeiro

Veja mais

Publicado em
0484a1fe190d871f67429aed3a1f375a.png

(Brasília-DF, 14/03/2025) Na manhã desta sexta-feira, 14, o IBGE divulgou a sua Pesquisa Mensal do Comércio de Janeiro de 2025(PMC 2025) que  o volume de vendas do comércio varejista variou -0,1%, frente a dezembro, na série com ajuste sazonal, e a média móvel trimestral foi de -0,2%. Frente a janeiro de 2024, o volume de vendas do varejo cresceu 3,1%, sua vigésima taxa positiva nesta comparação. O acumulado nos últimos 12 meses foi a 4,7%.

No comércio varejista ampliado, que inclui veículos, motos, partes e peças e material de construção, o volume de vendas cresceu 2,3% em janeiro. A média móvel foi de -0,2%.

Frente ao mesmo período de 2024, houve alta de 2,2%, sua 12ª alta consecutiva nesta comparação.O acumulado em 12 meses foi de 3,8%.

Em janeiro de 2025, com a variação de -0,1% na série com ajuste sazonal, o varejo nacional chegou a três meses seguidos de estabilidade, com uma sequência de três variações no campo negativo, mas muito próximas de zero. Com isso, em janeiro de 2025 o varejo se encontra 0,6% abaixo do patamar recorde da série do índice de base fixa com ajuste sazonal, atingido em outubro de 2024.

Dois setores de grande peso no indicador mostraram variações negativas nessa comparação: Hiper e supermercados, produtos alimentícias, bebidas e fumo (-0,4%) e Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, e de perfumaria (-3,4%), este último registrando sua quarta queda consecutiva.

Quatro das oito atividades tiveram resultados positivos na série com ajuste sazonal

O volume de vendas do comércio varejista variou -0,1% frente a dezembro de 2024, na série com ajuste sazonal. Quatro das oito atividades pesquisadas tiveram variações positivas: Equipamentos e material para escritório informática e comunicação (5,3%), Combustíveis e lubrificantes (1,2%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,7%) e Livros, jornais, revistas e papelaria (0,6%). As outras quatro atividades tiveram taxas negativas: Tecidos, vestuário e calçados (-0,1%), Móveis e eletrodomésticos (-0,2%), Hiper, supermercados, produtos  alimentícios, bebidas e fumo (-0,4%) e Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (-3,4%).

As duas atividades adicionais que compõem o varejo ampliado tiveram trajetória positiva: Veículos, motos, partes e peças (4,8%) e Material de Construção (3,0%).

Comércio varejista teve taxas positivas em 15 das 27 unidades da federação

De dezembro de 2024 para janeiro de 2025, na série com ajuste sazonal, a taxa média nacional de vendas do comércio varejista foi de -0,1% com resultados positivos em 15 das 27 Unidades da Federação, com destaque para: Amapá (13,1%), Tocantins (4,6%) e Mato Grosso (3,1%). Por outro lado, pressionando negativamente, figuram 11 das 27 UFs, com destaque para Sergipe (-3,9%), Roraima (-3,5%) e Alagoas (-2,0%). O Espírito Santo registrou estabilidade (0,0%).

Para a mesma comparação, o comércio varejista ampliado teve alta de 2,3% e resultados positivos em 21 das 27 Unidades da Federação, com destaque para: Amapá (13,5%), Tocantins (10,2%) e Mato Grosso (5,5%). Por outro lado, 6 das 27 Unidades da Federação registraram queda na margem, com destaque para Roraima (-2,7%), Alagoas (-2,5%) e Sergipe (-2,3%).

Frente a  janeiro  de 2024, a alta de 3,1% das vendas no comércio varejista teve também predomínio de taxas positivas para as Unidades da Federação (23 do total de 27), com destaque para: Amapá (14,3%), Rio Grande do Sul (10,8%) e Santa Catarina (8,3%). Quatro Unidades da Federação alcançaram resultados negativos na comparação interanual, com destaque para: Mato Grosso (-6,8%), Roraima (-5,2%) e Sergipe (-2,0%).

Já no varejo ampliado, a comparação entre janeiro de 2024 e janeiro de 2025 teve resultados positivos em 21 das 27 Unidades da Federação, com destaque para: Amapá (16,9%), Rio Grande do Sul (12,1%) e Santa Catarina (7,8%). Por outro lado, pressionando negativamente, figuram seis das 27 UFs, com destaque pata Maranhão (-6,9%), Roraima (-4,9%) e Mato Grosso (-4,5%).

(da redação com informações de assessoria. Edição: Política Real)