31 de julho de 2025
Brasil e Poder

DESTAQUES DO DIA: Mercados globais em alta e no Brasil atenção para divulgação da Pesquisa Industrial Mensal (PIM).

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Mercados globais em alta

(Brasília-DF, 11/03/2025). A Política Real teve acesso ao relatório “Moorning Call” da XP Investimentos apontando que os mercados globais estão em alta e no Brasil atenção para Pesquisa Industrial Mensal (PIM).

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Nesta terça-feira, os futuros dos Estados Unidos operam em alta (S&P 500: +0,3%; Nasdaq 100: +0,4%), após um dia de queda guiado pelo medo de recessão na economia americana. As taxas das Treasuries recuam pela manhã, enquanto investidores aguardam novos dados econômicos e permanecem atentos às preocupações com uma possível recessão.

Na Europa, as bolsas operam em queda (Stoxx 600: -0,3%), à medida que os mercados globais enfraquecem diante de preocupações de que a economia americana possa sofrer devido às tarifas comerciais impostas por Donald Trump. Na China, as bolsas fecharam com pouca variação (CSI 300: +0,3%; HSI: 0,0%), mesmo diante das preocupações com a política tarifária dos EUA e o risco de recessão na maior economia do mundo.

IFIX

O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) iniciou a semana com uma alta de 0,11%, impulsionada tanto pelos FIIs de papel, que registraram uma valorização média de 0,20%, quanto pelos FIIs de tijolo, que apresentaram uma performance média de 0,18%. Entre os destaques positivos, estiveram SARE11 (+4,4%), BCRI11 (+3,8%) e KCRE11 (+3,8%). Já entre os destaques negativos, figuraram RBFF11 (-3%), JSRE11 (-2,8%) e JSAF1 (-2,2%).

Economia

Mais um dia de mercado marcado pela preocupação sobre uma possível recessão nos Estados Unidos. Ontem, os principais indicadores norte-americanos recuaram, pressionados pelo receio de que os planos tarifários do presidente Trump pudessem reacender pressões inflacionárias e prejudicar o crescimento econômico. Ademais, as medidas de retaliação da China contra as tarifas de Donald Trump entraram em vigor.

IBOVESPA -0,4% | 124.519 Pontos. CÂMBIO +1,1% | 5,85/USD

Ibovespa

O Ibovespa fechou em queda de 0,4% ontem, aos 124.519 pontos. O dia foi marcado por mais uma queda significativa nos mercados globais (S&P 500, -2,7%; Nasdaq, -4,0%), que estenderam as perdas da semana passada em meio a temores em relação à atividade econômica e tarifas comerciais, além de fatores técnicos. Como resultado, o Nasdaq registrou seu pior desempenho diário desde setembro de 2022.

A JBS (JBSS3, +2,7%) ficou entre os destaques positivos do dia na Bolsa brasileira após a notícia de que a empresa realizou uma oferta para comprar a Alwatania, a maior produtora avícola do Oriente Médio. Já na ponta negativa, a Caixa Seguridade (CXSE3, -4,1%) repercutiu o pedido de registro de oferta subsequente de ações feito pela companhia.

Nesta terça-feira, o destaque da agenda econômica será a divulgação do relatório Jolts de janeiro nos EUA. Além disso, pela temporada de resultados do 4º trimestre de 2024, teremos Azzas 2154, Cury e Vulcabras.

Renda Fixa

As taxas futuras de juros encerraram a sessão de segunda-feira com abertura ao longo da curva. No Brasil, os destaques foram a estabilidade nas projeções, demonstrada pelo Boletim Focus, e a posse da nova ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann. Na curva nominal, o DI jan/26 encerrou em 14,78% (+4,7bps vs. pregão anterior); DI jan/27 em 14,68% (+8,9bps); DI jan/29 em 14,64% (+6,8bps); DI jan/31 em 14,76% (+6,7bps).

Nos EUA, os investidores aumentaram o sentimento de cautela com uma possível recessão econômica, após o presidente Donald Trump ressaltar que a economia americana se encontra em um período de transição. Por lá, os rendimentos das Treasuries de dois anos terminaram o dia em 3,89% (-10,0bps), enquanto os de dez anos em 4,22% (-10,0bps).

Na Semana da Renda Fixa, o encontro de hoje será a partir das 18h, no YouTube da XP. Camila Dolle, head de renda fixa na XP, conversa com Fabio Oliveira, gestor de crédito privado e renda fixa na XP Asset. Acompanhe tudo aqui.

No Brasil, a única mudança no boletim Focus desta semana foi na inflação esperada para 2025, que subiu de 5,65% para 5,68%. No entanto, o consenso de mercado para este ano com relação a todos os principais grupos apontou para alta nos últimos meses. A desancoragem das expectativas de inflação para horizontes mais longos em relação à meta preocupa o Banco Central. Na política, a Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional retomou as atividades com o objetivo de concluir a análise e a votação do Orçamento-Geral da União de 2025.

Na agenda internacional hoje, destaque para a divulgação da pesquisa Jolts, que mostrará o número de vagas de emprego abertas em janeiro nos Estados Unidos. No Brasil, o foco será a Pesquisa Industrial Mensal (PIM).

( da redação com informações de assessoria. Edição: Política Real)