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  • Contato Brasil, 04 de junho de 2020 00:45:23
Nordestinas
  • 16/03/2020 08h50

    15 DE MARÇO: Bolsonaro, ao defender participação em manifestação, diz que não pode ter neurose; Bolsonaro desafiou Maia e Alcolumbre a teste de popularidade depois de críticas

    Bolsonaro continua incrédulo com a pandemia do novo coronavirus
    Foto: Imagem do streaming

    Bolsonaro dá entrevista a CNN Brasil

    ( Publicada originalmente às 22h 27 do dia 15/03/2020) 

    (Brasília-DF, 16/03/2020) O Presidente Jair Bolsonaro falou à porta do Palácio do Alvorada nesta noite, com excluvididade à CNN Brasil, sobre sua participação nas manifestações desta domingo, 15 de Março, à frente do Palácio do Alvorada, oportunidade em que cumprimentou apoiadores que pediam um novo AI nº 05, o mesmo que cassou mandatos durante a última ditadura militar a partir de 1968. Ele começou falando dos efeitos do novo coronavirus.

    “Com toda certeza, muitos pegarão isso, independentemente dos cuidados que tomem. Isso vai acontecer mais cedo ou mais tarde. Devemos respeitar, tomar as medidas sanitárias cabíveis, mas não podemos entrar numa neurose, como se fosse o fim do mundo “afirmou o presidente, em entrevista à CNN Brasil que estreou sua programação.

    Ele foi questionado pelo repórter Leandro Magalhão, da CNN Brasil qual era a resposta que ele dava após as críticas dos chefes dos poderes legislativos.

    “Gostaria que eles saíssem às ruas como eu. A resposta é essa.  Prezado Davi Alcolumbre, prezado Rodrigo Maia, querem sair às ruas? Saiam às ruas e vejam como vocês são recebidos, tá certo?”, disse em tom de desafio

    Logo em seguida, ele disse que para acabar com “picuinha” poderia receber os dois em Palácio ou ir ao Congresso. .  "Não quero eu aparecer e eles não. Estou disposto a recebê-los. Vamos conversar", disse.

    Economia

    O repórter da CNN Brasil questionou o presidente Bolsonaro sobre medidas econômicas.  Bolsonaro disse que iria ampliar um “gabinete de crise”, e não escondeu seu entendimento que existe muito alarme para uma situação que é uma pandemia mundial.

    ““Quando se proíbe jogo de futebol, está partindo para o histerismo”, afirmou. “A questão do vírus é grave, mas economia tem de funcionar e não podemos prejudicar economia”, disse.

    ( da redação com informação da CNN Brasil. Edição: Genésio Araújo Jr)