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  • Contato Brasil, 21 de agosto de 2019 17:14:41
Nordestinas
  • 21/05/2019 08h00

    POLÊMICA: Presidente Bolsonaro diz que o problema do Brasil é a classe política; à tarde, ele diz que não quer fechar o Congresso como dizem alguns

    Presidente recebeu prêmio do Mérito Industrial do RJ
    Foto: Fernando Frazão/Ag. Brasil

    Presidente Bolsonaro disse que o problema é a classe política

    ( Publicada originalmente às 17h 31 do dia 20/05/2019) 

    (Brasília-DF, 21/05/2019) O Presidente Jair Bolsonaro esteve na sede da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro(Firjan), na capital caioca, para receber a Mérito Industrial do Estado do Rio de Janeiro. Ele fez declarações de grande impacto. Disse que os políticos são um grande problema para o Brasil e que vai faltar dinheiro se não se aprovar logo a refoma da Previdência.

    “(o Brasil)É um pais maravilhoso que tem tudo para dar certo, mas o grande problema é a nossa classe política. É nós Witzel, é nós, Crivella, sou eu Jair Bolsonaro, é o Parlamento, em grande parte, é a Assembleia Legislativa... Nós temos que mudar isso”, afirmou ao lado do governador do Rio, Wilson Witzel, e do prefeito do Rio, Marcelo Crivella.

    "Eu tenho enfrentado grupos corporativistas, é uma vontade enorme de colocar o Brasil onde ele merece. E grande parte desse sonho passa pelos senhores, os empreendedores", disse.

    O presidente Jair Bolsonaro disse também que falta dinheiro no governo federal e que se a reforma da Previdência não for aprovada, em no máximo cinco anos, não haverá recursos para pagamento de servidores na ativa.

    “Não podemos desenvolver muita coisa por falta de recursos, por isso precisamos da reforma da Previdência. Ela é salgada para alguns? Pode até ser, mas estamos combatendo privilégios. Não dá para continuar mais o Brasil com essa tremenda carga nas suas costas. Se não fizermos isso, 2022, 2023, no máximo em 2024, vai faltar dinheiro para pagar quem está na ativa”, disse.

    Aos industriais, o presidente disse que está trabalhando para desburocratizar e melhorar o ambiente de negócios no país, para que os empresários brasileiros alcancem o sucesso e consigam gerar mais emprego e renda para a população.

    “O primeiro trabalho que queremos fazer é não atrapalhá-los, já estaria de bom tamanho, tendo em vista [a burocracia] que os senhores tem que enfrentar no dia a dia”, disse.

    Para Bolsonaro, os governantes devem se empenhar ainda na redução de impostos. Ele citou como exemplo a redução da alíquota do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o combustível de aviação em São Paulo, de 25% para 12%. “Uma simples variação no ICMS do querosene de aviação faz com que São Paulo tenha mais aviões partindo de seus aeroportos que o nosso aqui, no Rio de Janeiro. Sinal que quanto menos a gente tributa, quanto menos interfere, maior desenvolvimento”, disse.

    RESPOSTA

    Com a repercussão da declaração dada na Firjan e aproveitando um texto de um jornalista que destaca que o Presidente teria interesse em fechar o Congresso Nacional, ele disse em sua conta no Twitter que isso não seria verdade e fez acusações aos governos anteriores.

    “Não fui eu que anulei o legislativo comprando votos, não fui eu que tive em meu plano de governo o controle da mídia e da internet e fui eu quem levou uma facada de um militante de esquerda. É exatamente o contrário, Folha. 100% Fake News! “:, disse no Twitter agora à tarde, 14h 45.

    ( da redação com informações de assessoria. Edição: Genésio Araújo Jr)