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  • Contato Brasil, 11 de dezembro de 2018 06:51:52
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Nordestinas
  • 09/10/2018 07h28

    Fernando Haddad, ao sair do encontro com Lula, disse que vai conversar com outras forças, que deseja debater e que armar as pessoas não é enfrentar a questão da segurança

    Ele propôs um pacto com Haddad
    Foto: site do PT

    Fernando Haddad falou aos jornalistas em Curitiba

    ( Publicada originalmente às 16h 44 do dia 08/10/2018) 

     

    (Brasília-DF, 09/10/2018) O ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, candidato do PT, disse, hoje, 08, em Curitiba(PR), ao sair do encontro com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, disse que vai conversar com outras forças, citou diretamente o Ciro Gomes(PDT). Ele disse que também quer ir a todos os debates.

    “Eu acredito que o nosso projeto irá restaurar as perspectivas de desenvolvimento com inclusão para o país. Vou conversar com as forças democráticas do país, com alguns candidatos, queremos que as forças democráticas estejam unidas em torno de um projeto de desenvolvimento com inclusão social. Terei a maior satisfação de sentar com o Ciro Gomes e os demais candidatos. Tenho o maior respeito por eles e é assim que se faz democracia.”, disse.

    Ele disse que deseja debater, até porque ressaltou o pouco tem que teve de campanha.

    “Pretendo ir a todos os debates. Participei de todas as sabatinas em que fui convidado. Mesmo só tendo 22 dias de campanha.”,afirmou.

    SEGUNDO TURNO

    Ele entende que o que vai marcar o segundo turno desta disputa presidencial será o debate econômico. É nítido que o candidato do PSL prefere falar de cobate à corrupção e questões morais.

    “O que vai ditar o segundo turno é o debate econômico. O projeto neoliberal que o lado de lá representa e o projeto de bem estar social que nós representamos.”, afirmou.

    Ele criticou a questão de armar as pessoas.

    “Armar a população é uma escapatória de Estado para não promover a segurança. A Polícia Federal será a coordenadora do sistema de segurança do país.”, disse

    FAKE NEWS

    Fernando Haddad cobrou da Justiça Eleitoral agilidade para coibir a divulgação de notícias falsas na campanha eleitoral. “Fica o apelo para que o TSE seja mais rápido em tirar do ar, como aconteceu apenas no final da campanha do primeiro turno”, disse. “No último dia conseguimos tirar 35 matérias falsas sobre mim e sobre a Manuela. O TSE reconheceu a falsidade das informações e determinou às plataformas que retirassem“, lembrou em entrevista coletiva em um hotel no Centro de Curitiba.

    Fica o apelo para que a Justiça eleitoral seja mais rápida para retirar essas mentiras contra nós da internet. Queremos estabelecer um protocolo ético contra calúnias e difamações anônimas.

    “Nós pretendemos fazer uma campanha propositiva, como fizemos no primeiro turno. Não vamos disseminar calúnias e injúrias, como as que atingiram a mim, minha família e a minha vice, Manuela Davila”, afirmou.

    Haddad também propôs que as campanhas eleitorais assinem um pacto contra notícias falsas nas redes sociais no segundo turno da eleição presidencial.

    “Vamos tentar estabelecer um protocolo ético em relação ao tipo de abordagem que se vai fazer na campanha. Vamos fazer esse esforço para que eles assinem uma carta de compromisso contra a calúnia e a difamação anônima, que aconteceu nas redes sociais, sobretudo no whatsapp”, disse.

    ( da redação com informações de twitter. Edição: Genésio Araújo Jr)