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  • Contato Brasil, 17 de dezembro de 2018 12:19:35
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Nordestinas
  • 12/06/2018 07h50

    Custos da criminalidade atingiram 4,38% da renda nacional; Alagoas foi quem colocou mais e o Piauí o que colocou menos do PIB em custos econômicos da criminalidade

    Veja o custo dos estados nordestinos, na relação com o PIB, em criminalidade
    Foto: Imagem de foto da Política Real

    Página 45 com os custos regionais da criminalidade

    ( Publicada originalmente às 20h 17 do dia 11/06/2018) 

     

    ( reeditado) 

    (Brasília-DF, 12/06/2018). O documento “Custos Econômicos da Criminalidade no Brasil”, divulgado hoje,11, revela que o total de perdas entre 1.996 e 2015 teria chegado à importância de R$ 4 trilhões.  A infomação foi posta pelo secretário especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Hussein Kalout.  A Política Real conferiu o documento e confirmou a informação.

    “Os custos econômicos da criminalidade cresceram de forma substancial entre 1996 e 2015, de cerca de R$ 113 bilhões para R$ 285 bilhões. Isso equivale a um incremento real médio de cerca de 4,5% ao ano. Em 2015, os componentes, em ordem de relevância eram: segurança pública( 1,35% do PIB); segurança privada( 0,94% do PIB); seguros e perdas materiais( 0,8% do PIB); custos judiciais( 0,58% do PIB); perda de capacidade produtiva( 0,40% do PIB); encarceramento(0,26% do PIB); e custos dos serviços médicos e terapêuticos( 0,05% do PIB), alcançando um total de 4,38% da renda nacional.”, diz ,literalmente, o “relatório de conjuntura” em sua página 40.

    PERSPECTIVA REGIONAL

    A partir da pagina 43 do documento é demonstrada uma “perspectiva regional dos custos econômicos da criminalidade e limitações orçamentárias”.

    Na página 45 do documento é posto um gráfico com os custos econômicos no ano de 2015, último da análise de 20 anos, em que são quantificadas cada uma das seis áreas( segurança pública, perda da capacidade produtiva, encarceramento, medico-hospitalar, custos judiciais, seguros e perdas materiais assim como segurança privada).

    A partir desse gráfico fica evidente que o estado que teve mais custos com a criminalidade foi o Amapá - 6,9% do PIB, recursos que poderiam ser destinados para outras áreas, como investimento.  Confirmando que os estados de “baixa economia” são os que mais perdem.  No Nordeste, o estado que tem mais custos é Alagoas e o que tem menos custos seria o Piauí.  Os dados, informa o documento, foram colhidos pela Secretaria de Assuntos Estratégicos(SAE) a partir de informações do IBGE, dos Anuários Estatísticos da Previdência Social, Departamento Penitenciário Nacional, Superintendência de Seguros Privados, (Susep/MF), CPI sobre o Sistema Penitenciário Nacional, Conselho Nacional de Justiça, Conselho Nacional do Ministério Público e Ministério da Justiça.

     

    ( da redação com informações da SAE. Edição: Genésio Araújo Jr)