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  • Contato Brasil, 22 de julho de 2018 09:26:14
Nordestinas
  • 13/04/2018 17h23

    SEGURANÇA – Solidariedade diz que o País precisa avançar nas políticas públicas da segurança

    Líder da bancada do partido na Câmara dos Deputados, Wladimir Costa, quer que o Congresso Nacional vaio além do projeto de criação do Sistema Único da Segurança Pública
    Foto: site Arara Azul

    Vladimir Costa é lider do Solidariedade

    (Brasília-DF, 13/04/2018) O líder da bancada do partido Solidariedade (SD) na Câmara dos Deputados, Wladimir Costa (PA), propões nesta sexta-feira, 13, que o Congresso Nacional e o governo Michel Temer avancem no debate das políticas públicas de segurança.

    Ele comemorou a aprovação esta semana, pelo Plenário da Câmara, quer que o Congresso Nacional vaio além do projeto de criação do Sistema Único da Segurança Pública (SUSP), ao meio de uma intensa “obstrução política” feita pelos partidos de oposição contra a prisão do ex-presidente Lula.

    “Foi uma grande conquista da Câmara e que certamente, depois de passar pelo Senado, será sancionada pelo presidente Michel Temer", disse Wladimir Costa.

    Políticas públicas

    O líder do Solidariedade acredita, no entanto, que tanto o Legislativo, como Executivo podem ir mais além nesta área.

    “Também poderemos ter um avanço nas políticas públicas de segurança, porque o governo federal vai coordenar tudo e ter acesso a dados que ajudam a ter um retrato mais fiel do que acontece nas cidades de todo o país”, acentuou.

    Costa ressaltou que com a criação do SUSP "quem ganha é o cidadão que vê tanta violência e impunidade, que está cansado de sofrer com os crimes cotidianos e nada acontece porque uma polícia não se comunica com a outra.”

    O projeto

    O texto aprovado pela Câmara foi o substitutivo do deputado Alberto Fraga (DEM-DF), que prevê que essa atuação conjunta ocorrerá por meio de operações com planejamento e execução integrados; estratégias comuns para prevenir crimes; aceitação mútua dos registros de ocorrências; compartilhamento de informações, inclusive com o Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin); e intercâmbio de conhecimentos técnicos e científicos.

    As operações poderão ser ostensivas, investigativas, de inteligência ou mistas e contar com a participação de órgãos integrantes do Susp e do Sisbin, além de outros órgãos não necessariamente vinculados diretamente à área de segurança.

    Quanto ao intercâmbio de conhecimentos técnicos e científicos para qualificação dos profissionais, o texto garante reciprocidade na abertura de vagas nos cursos de especialização, aperfeiçoamento e estudos estratégicos.

    (Por Gil Maranhão. Agência Política Real – com informações da assessoria. Edição: Genésio Jr.)