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RESUMO DA ÓPERA - por Gil Maranhão
  • 17/08/2018 14h02

    8 MIL 300 MULHERES NA DISPUTA

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    Mulheres na política( foto: site portal das mulheres)

    A participação feminina na política brasileira tende a manter-se inalterado. O número de candidaturas de mulheres registrado esta semana no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para as eleições de 2018 não cresceu muito em relação às eleições de 2014, apesar de mudanças no Fundo Eleitoral, que este ano destina cota de 30% do dinheiro para elas. Este ano concorrem 8 mil e 300 mulheres para os diferentes cargos, o que representa do 30,64% do total de candidatos – 69,4% são candidaturas masculinas, ou seja, mais do dobro. Nas eleições de 2014 foram 8 mil e 100 candidatas (31,1% dos candidatos). Os números podem sofrer alteração até segunda-feira, 20.

    Dos R$ 1,7 bilhões do Fundo Eleitoral, elas terão 140% mais recursos do que tiveram em 2014. Nas eleições passadas, os partidos repassaram, em média, 12,5% dos recursos disponíveis para suas candidatas a deputado federal e estadual.

    O Congresso Nacional tem atualmente 54 mulheres entre os 513 deputados federais, e 12 entre os 81 senadores. De acordo com o ranking "Mulheres na Política 2017" da União Interparlamentar (IPU, na sigla em inglês) e da ONU Mulher, o Brasil está na 32ª colocação em um ranking de 33 países latino-americanos e caribenhos em relação à participação feminina em parlamentos nacionais, com 9,9 % de parlamentares eleitas – a frente apenas de Belizes, com 3,1% (Bolívia é o 1º, com 53,1%).

    Em 2018, as mulheres vão disputar cargas diversos: presidente da República, vice-presidente, governadora, vice-governadora, deputada estadual, deputada distrital, deputada federal, senadora, e ainda suplências de senadores.